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Os Jovens e a Internet

redação Universo Família



Começo de conversa...

A Internet abriu as portas para o mundo, transformando em habitantes de uma verdadeira aldeia global. Hoje podemos comunicar, em tempo real, Por exemplo, do Brasil com a França, da França com a Italia, e assim sucessivamente.

Os jovens têm um outro motivo de interesse já que esta nova tecnologia abriu possibilidades infinitas, qualquer estudante pode fazer uma pesquisa escolar, utilizando o computador. Pode também enviar e-mails para os amigos e colegas, assim como entrar nos chats de conversa e conhecer pessoas, Sites de relacionamentos, Programa de mensagens instantaneas, E Outros programas atrativos para os jovens.

Um chat, é uma sala virtual onde todos podem entrar e interagir. Cada usuário, ao se conectar ao sistema, pode escolher um nickname e um canal (ou mais) onde quer entrar.

Existem canais para todos os gostos, relativos a países, cidades, bandas, mas também escalonados com base na (suposta) idade dos intervenientes, pois há canais dos 15 aos 20, dos 20 aos 25, dos 30 aos 40, etc.

Depois de escolher o canal, opta por teclar com outro usuário, que se mostre disponível para tal. A linguagem usada nos chats é bastante diferente da que utilizamos no nosso Dia a Dia (é semelhante à que se usa nos SMS)

É uma linguagem textual que funciona como oral, porque possui elementos de ambas as formas. Fala de uma forma muitas vezes gramaticamente incorrecta, tentando ser rápido na conversação, para que não existam quebras no ritmo.

Como se pretende que a conversa seja o mais próxima possível da linguagem que usamos numa conversa cara a cara, os internautas descobriram os emotions ou smileys, que são preciosos ajudantes daquilo que é escrito.

Em regra usamos a linguagem oral mas socorremo-nos do gesto para tornarmos mais intenso aquilo que dizemos. Assim, se estivermos tristes, as pessoas podem percebê-lo pela nossa expressão facial, mesmo que não o expressemos verbalmente.

Na linguagem dos chats não há imagem, pelo que o gesto não pode ser utilizado. Para contornar esse aspecto, recorre a ícones que representam emoções. Um rosto sorridente aparece no computador como:-) ou =).

Os Smileys

Os emotions sorridentes são muitas vezes usados no final de frases que poderiam ser interpretadas como maldosas, ou que expressem zanga. Um emotion :( colocado no fim de uma frase, quer dizer que o usuário está triste, ou aquele assunto é particularmente penoso.

Estes ícones são universalmente utilizados pelas crianças, jovens e adultos, nas comunidades online e também nas mensagens SMS dos celulares. Um exemplo de conversa online pode ser ilustrado do seguinte modo:

olá : )

olá :(

tecla de onde ?

de São Paulo, e você?

tb : )))

já vi que 'ta' tristinha pq ?

tou szinha, n tenho nguém !!!!! :(

se anima, eu estou aqui @-->--

O usuário que se esconde por detrás do nickname “Compreensivo”, saúda o outro usuário com um expressivo olá. “Desgostosa”, acentua o fato de estar triste, através de um smiley :( que leva “Compreensivo” a oferecer uma rosa virtual, ato que é recebido com beijos.

Assim, vemos que a conversa virtual se torna mais dinâmica e próxima da realidade do face a face.

O que pode esconder um nickname ?

A Internet permite e fomenta o anonimato. Basta que se escolha um qualquer nome (nickname), servirá com que de máscara utilizada por esse usuário. Ainda assim, não são desprezíveis os motivos que levam alguém a escolher este ou aquele nick.

Certamente que existem grandes diferenças entre um “lobo-mau” e uma “angélica”, um “travesti” e um “D. Juan”, um “XPTO” e um “intelectual”, um “solteiro-30” e um “casado-40”, só para darmos alguns exemplos.

O que faz alguém escolher esta ou aquela máscara, atrás da qual se esconde e através dela pode comunicar com os outros, por vezes partilhando até aspectos íntimos da sua vida? Se trata de uma forma adicional de expressar a sua personalidade, além das palavras escolhidas, do modo como se escreve, dos emotions que inventa, da cor das letras que utiliza.

Tudo são pistas que nos conduzem a um determinado perfil, além de permitirem ao indivíduo ser reconhecido pelo grupo e poder lá voltar, criando laços relacionais com a comunidade virtual. Mas, cada usuário pode ter vários nicks, podendo expressar de formas múltiplas, assumindo diversas personalidades.

Um jovem adolescente, pode um dia se fazer passar por pai de família e no dia seguinte encarnar o papel de sedutor. Para além disso, nada nos permite saber se estamos comunicando com uma mulher ou com um homem, se ele/ela não o disser. Dizem os utilizadores frequentes, que a prática permite perceber todas estas coisas da Internet.

Romances Virtuais

Procurar um Romance Online poderá ser a motivação que leva muitos jovens e também adultos, a utilizarem os chats. A timidez que caracteriza muitas vezes o adolescente, encontra na Internet um precioso aliado.

À semelhança do que se passa com as mensagens SMS, também via Net se consegue estabelecer mais facilmente uma relação, sem que hajam grandes constrangimentos.

Além disso, se o anonimato favorece a fantasia e se cada um pode imaginar o seu parceiro da forma que mais lhe agrada, também permite que o próprio se descreva fisicamente como quiser.
A jovem obesa pode passar a ser uma Barbie, o jovem de estatura baixa pode dizer que tem 1 metro e 80. Algumas pessoas que iniciaram relações afectivas na Net, defendem que a Net permitiu conhecerem mutuamente de uma forma muito mais profunda, sem serem influenciados por fatores de ordem física.

Digamos que a paixão veio de dentro para fora, e não foi acordada pela atração física, como é comum nos romances ditos normais. A aproximação nos chats é fruto da utilização de outros índices, como é o caso da habilidade na hora de escrever.

Não ter criatividade na escrita é o mesmo que ser gordo e feio, na vida real, portanto está desde logo mais sujeito a ter insucesso. Os sedutores teclam com graça, fazendo recurso a muitos smileys e mostrando interessados nos problemas dos outros.

Alguns optam por nicks começados por Dr., que os colocam desde logo num plano superior. De uma maneira ou de outra, somos levados a pensar que estamos perante alguém com um nível académico elevado e, mesmo que isso não corresponda à verdade, o certo é que a conversa vai ser desde logo condicionada.

Criança e Internet

A Internet é um perigo para as crianças, Por de trás de perfil usando fotos de crianças, na maioria das vezes estão escondidos pedofilos, Por tanto é sempre bom ficar atento ao que nossos filhos estão acessando, Sempre temos que monitorar o conteúdo que é acessado pelas crianças, No computador existe um programa de controle dos pais, Onde os pais poderão bloquear qualquer tipo de site que não quer que seu filho entre.

A Inteligência da Internet

Os Jovens são apaixonados por internet pela sua inteligência, A Internet tem de tudo, Compras Online, Diversão, Entretenimento, Noticias em tempo real, Twiter, A Internet popularmente falada, Vicia.

Chupeta ou Dedo?

redação Universo Familia

É uma das dúvidas que todos os recentes papais e mamães têm. Se por um lado, é normal que o bebê tenha o vício de chupar no dedinho desde que estava na barriga da mãe, por outro, a chupeta pode ser dada pelos pais ao filho desde cedo.

Os bebês estão habituados a chupar no dedo desde o útero materno. Há até quem consiga ver numa ecografia de rotina o filho a sugar no dedo, o que acaba por ser um momento especial para a maioria dos pais. É uma imagem que marca e entusiasma os pais por se conseguir ver tão nitidamente. Há crianças que ganham este hábito e assim continuam ao longo da vida, até aos quatro, cinco anos.

Alguns especialistas justificam o ato de chupar no dedo como uma forma da criança libertar a ansiedade e o stress. A utilização do polegar para chupar, como substituto natural da chupeta, pode ser “perigosa” pois, este hábito é difícil de abandonar e, aí sim, poderão surgir algumas deformações futuras na implantação dentária ou no paladar.

As chupetas

Algumas crianças são imediatamente confrontadas com as chupetas, muitas delas, coloridas, originais, com formas de animais e apelativas. Muitos pais já tem várias chupetas no enxoval do bebê e oferecem desde de quando a criança já tem apenas um mes, muitas vezes, na maternidade. A chupeta é também uma forma eficiente de acalmar o bebêzinho quando ele costuma chorar muito.

Durante os primeiros dias da sua vida e enquanto permanece no hospital, é normal que os médicos prefiram que a criança não utilize a chupeta pois, desta forma, poderia dificultar a assimilação deste reflexo, como suporte à sua sobrevivência: à amamentação!

Após o nascimento do neném e quando o mesmo se está a habituar a mama da mãe, a introdução da chupeta poderá dificultar este processo. Depois da amamentação já estar estabelecida, poderá usar chupeta à vontade.


Como escolher uma boa chupeta?

- Não há um formato adequado de chupetas para a boca da criança (são os bebês que devem escolher o modelo que mais lhe agradar), mas é importante escolher uma chupeta com boa concepção e, sobretudo, segura.

- Conheça o material com que são feitas as chupetas e saiba as suas especificidades.

- Material da argola - Especialmente importante quando os bebês começam a pôr se de pé. O material deverá ser flexível para não magoar a boca em caso de queda. - Com encerramento automático em caso de caírem ao chão permitem que não se sujem.

- Luminosas de noite permitem ao bebê encontrá-las mais facilmente.

Sugestões

Não desvalorize a tristeza que o seu filho sente.

As crianças estão no início de um percurso de desenvolvimento pessoal, ao longo do qual irão formar as suas defesas psicológicas. É importante que se fortaleçam internamente, mas também precisam de um apoio para que se sintam seguras e amadas pela família.

Estimule-o a desempenhar atividades em que seja bem sucedido

O fortalecimento da auto-estima é fundamental para a recuperação de uma criança deprimida, portanto estar atento a tudo onde se consiga pegar por forma a valorizá-lo.

Não o pressione para falar. Espere pelo momento certo.

Abrace-o, beije seu filho, abrace, e diga-lhe que percebe a sua tristeza e, acima de tudo, está disposto a ouvir o que se passa quando ele quiser desabafar com você. Assim o seu filho sentir-se-á livre para o fazer quando achar que lhe é menos penoso.

Faça-o sentir que pode contar consigo

As crianças são sempre muito receptivas ao carinho. Aposte em grandes doses de amor e de carinho, pois será meio caminho andado para que o problema se resolva. Passeie, divirtam-se em conjunto, fale com ele sobre a sua vida e acentue o fato de também já ter passado por momentos difíceis na vida, mas sempre ter conseguido encontrar soluções adaptadas.

"Ninguem Gosta de mim"

Numa criança com mais idade, a depressão assume outros contornos. Algumas verbalizam a sua angústia de modo direto, afirmando que ninguém gosta delas. Esta queixa é comum entre os 6 e os 12 anos, altura em que já existe consciência da popularidade e a rejeição passa a ser fortemente sentida.

É obvio que depois se forma um círculo vicioso, já que uma criança deprimida tende a isolar-se das outras e o mais certo é que venha também a sentir a rejeição por parte dos outros meninos.

Por este motivo, é importante que os pais se mantenham atentos já que a falta de amigos é um dos sinais que apontam para a existência de uma depressão. Há uma incapacidade em se divertir enquanto os outros jogam futebol animadamente, o deprimido senta-se e brinca sozinho. Raramente são escolhidos para as equipes da escola e difícil integrar um grupo de trabalho.

Podem ter uma aparência triste e chegar ao choro, apresentarem um comportamento agitado. Sonolência ou dificuldades em dormir, são igualmente sinais de alerta que podem apontar para a existência de uma depressão infantil.

A par de tudo isto, há também as queixas de dores, de cabeça, de barriga, nos músculos, assim como é frequente a perda de apetite. A depressão na criança mais crescida abrange tanto a esfera emocional, como a parte alimenticia.

Os pensamentos tornam-se muitas vezes ruminantes isto é, funcionam em circulo fechado não havendo meio de os fazer parar. Estes pensamentos impedem de estarem disponíveis para aprender, pelo que o o mal desempenho escolar é frequente.

Podem dizer que gostariam de morrer, mas felizmente poucos são os que chegam a extremos. No entanto, uma criança deprimida tem tendência para sofrer acidentes ou atravessar a rua sem olhar para os lados, porque está envolvida nos seus pensamentos ou porque a vida deixou dar prazer.

Como ajudar ?

É necessário reter a ideia de que a tristeza e depressão, constitui um apelo, um meio que a criança encontrou para manifestar o seu desconforto interior. No caso de persistirem ou aumentarem com o tempo, ela deverá ser observada por um Psicoterapeuta.

Cabe aos pais e educadores manterem-se atentos a estes sinais e sintomas, para que prestem ajuda ou, em casos mais graves e prolongados, procurem ajuda especializada. Além disso, os pais podera necessitar de ajuda para compreenderem o que se passa com o seu filho e a encontrar estratégias mais eficazes de resolver o problema.

Viva um Casamento Perfeito

redação Universo Familia

Muitas pessoas me procuram no consultório, ou me pedem dicas por e-mail, sobre como ter um casamento feliz, agora eu vou te falar das dicas para o seu casamento, ou se você não é casado já ter uma experiência de como funciona uma linda união.

1) Ser amigo da esposa, ou amiga do marido á cima de qualquer coisa, mesmo o marido ou a esposa esteja errado, ou de forma carinhosa, amorosa, e com mais carinho explique qual é o certo, em momento algum maridos, e esposas, ou pessoas que ainda não se casou trate com falta de educação o seu parceiro ou sua parceira.

2) Nunca se limite em dizer o quanto ama seu companheiro, ou sua companheira, Nunca é tarde para recomeçar tudo de novo, passear, conversar, jantar fora, ir ao cinema, é essencial para um casamento feliz, um casamento amigo. Nunca fique trancados em casa, sempre saia, mesmo que seja num final de semana, aproveite o casamento se divertindo, nas férias aquela viagem inesquecivel.

3) Não deixe os problemas desgastar sua relação, dívidas, problemas com filhos, isso é uma coisa, casamento é outra, para o Amor não existe problemas, lembre se tudo na vida tem solução, por isso, nunca abale seu casamento por coisas pequenas.

4) Amar á cima de tudo, quem ama não maltrata, quem ama defende á cima de tudo, faz tudo para demonstrar um verdadeiro amor, uma forma de gratidão, por isso ame seu parceiro ou sua parceira.

Casar é uma dádiva divina, Lembre se, essa pessoa que você se casou foi o destino que tratou de os unir, essa pessoa que você convive é sua metade, é seu amor, é o seu outro lado, Por isso, Casar é dadiva de Deus.


A roupa e os sapatos que não deve comprar

Quando for comprar roupa com o seu filho, não faça todas as vontades da criança. Nunca compre roupas apertadas ou que tenham exatamente o tamanho da criança.

Procure modelos mais folgados, mas sem exageros, que permitam uma maior liberdade de movimentos. Peças de roupa que se enruguem facilmente, como as de linho, que terão um aspecto desgastado passado pouco tempo de serem vestidas, também são de se evitar.

Excluídas estão também roupas que retenham a transpiração e impeçam os movimentos das crianças. Sedas sintéticas ou tecidos que não permitem a evaporação do suor, para ocasiões especiais, como festas ou casamentos, também devem ser riscados da lista.

Sapatos apropriados

O calçado também é da maior importância. Lembre-se que os membros inferiores têm a difícil tarefa de suportar o peso do nosso corpo e de o locomover diariamente, logo é fundamental que se sintam confortáveis.

"O tipo de calçado a escolher depende muito da idade da criança", realça a pediatra, no entanto, há três regras básicas: ser sólido, ser flexível e absorver bem a transpiração. Carlos Gouvea aconselha que a criança ande calçada desde o início da marcha:

"Os sapatos apropriados para crianças que estão a começar a andar devem ser fechados (no Verão pode optar sandálias fechadas) devem ter uma boa base, a palmilha deve ser mais elevada na parte interna e deve haver um ligeiro reforço da parede interna do sapato (contraforte interno)".

Comprimento certo

O tamanho do calçado deve ser adequado ao pé da criança, porque quando é demasiado pequeno magoa e impede o crescimento do pé, quando é grande pode originar bolhas e provocar quedas. Os sapatos devem estar bem ajustados ao pé, daí que os mais adequados para as crianças sejam aqueles que se ajustam à medida do pé.

Quanto ao material, "o melhor é o couro", Segundo o pedriatra. A pele deixa os pés respirar e é menos propícia ao aparecimento de bolhas do que a borracha e outros materiais sintéticos que devem ficar confinados à sola por serem materiais antiderrapantes.

Escolha o brinquedo de acordo com a idade e o desenvolvimento da criança e assegure-se que tem o símbolo CE.

Antes de comprar, leia todos os avisos e instruções. Se não existirem, opte por outro.

Antes de dar o brinquedo à criança retire-o da embalagem e passe a mão sobre o brinquedo e verifique se existe, pontas e bordos. Guarde a identificação do fabricante ou importador. Verifique se existem peças pequenas facilmente destacáveis e certifique-se de que as costuras impedem o acesso ao enchimento.

Evite brinquedos com cordas ou fios compridos. Evite ainda que os mais novos utilizem os brinquedos dos mais velhos. Ao adquirir patins, skates e afins, compre também o capacete, cotoveleiras e joelheiras.

Convivência entre irmãos

redação Universo Familia

É Normal acontecer brigas entre irmãos, mais isso acaba com a convivência familiar. Vamos por um basta nisso?

Irmãos novos X Irmãos mais velhos
Quando o irmão mais velho provoca o mais novo, é por que ele sente ciumes dos pais com o irmão, normal. O Certo é, carinhar, da amor, atenção, da mesma forma, e em momento algum negar carinho para ele por ele ser mais velho, Isso se chama separação, A Criança pode pensar que você gosta mais do irmãozinho mais novo do que dele, Então, para ser um bom pai e uma boa mãe de ambas partes sempre trate os dois com imensa igualdade. Fazendo isso as brigas acabam, e o mais velho reconhece que é tudo igual. Agora, se o mais novo provocar, O Certo é ensinar a ele a respeitar o irmão, colocando de castigo e tirando as coisas que ele gosta, assim as brigas acabam de vez.

Irmãos da mesma idade
Se for da mesma idade e um provocar o outro, sempre seja rigoroso ou rigorosa com as regras, coloque de castigo explique o motivo, e imponha suas regras como "Não quero mais que você provoque seu irmão", Agora se a briga for de ambas partes, coloque os dois de castigo exigindo desculpas um ao outro, Seja rigoroso no castigo e nas coisas que a criança gostar, Assim ele aprende que ja mais pode brigar com seu irmão, Sempre ensine a ele que nada se consegue gritando, brigando e se esmurrando e sim na base da educação e da conversa.

Irmãos adolescentes
Neste caso, é sempre bom sentar e ouvir ambas partes, Se caso ouver algo que você descorda aproveite e fale, Coloque os dois frente a frente para eles falarem o que não esta gostando, e faça os dois prometer que ira trabalhar para melhorar, Para os adolescentes o castigo é tirar algo que adoram para compensar a briga, Assim eles percebem que cada vez que brigam perdem algo por dias, ou até mesmo por meses, Não tenha medo de procurar uma ajuda psicologica se caso a briga continuar.

Jovens X jovens
É sempre normal irmãos ou irmãs brigarem por namoro, Neste caso, é essencial ensinar que irmãos são somente eles, e namorada ou namorado tem aos montes, E faça os dois terminarem o relacionamento e voltarem a ser amigos. Se caso não melhorar, recomendo um tratamento psicologico aos dois.
Familia e Casamento

Familia e casamento as vezes acostuma dar certo, Mais eu ainda não cheguei aonde eu quero. Primeiro, quando existe aquele clima de namoro, a familia do marido ou da esposa, se torna perfeira, aceita o relacionamento, tudo esta mil maravilhas, em alguns casos isso não é assim, depois do namoro, noivado, casamento, justamente quando existe uns meses de casamento os familiares de ambos começa a palpitar na vida do casal.Um familiar da um palpite, uma opinião, é aceita por um mais não por outro, É justamente nessas opiniões que começa o desconforto familiar.

Opiniões de fora, ajuda?
Não, as opiniões de fora não ajuda de forma alguma, pelo contrário, pode acabar estrovando, Faça sempre o possivel para resolver as coisas entre o marido a mulher e os filhos, Opinião familiar geralmente não acostuma ser bem vindo em um relacionamento, é importante sempre prezar as opiniões de fora sem ficar nervoso, mais lembrando sempre nunca se deixe levar por opiniões de fora e faça o oposto que já tinha combinado com o parceiro ou a parceira, Sempre valorize as opiniões feitas e aprovadas por você e seu esposo ou sua esposa.

A Sogra
Utimamente eu não ando recebendo muitos e-mail de pessoas com problemas com sogras, mais é essencial que a sogra se mantenha neutra diante de uma opinião da nora ou de seu genrro.

Cunhado
Eu atendi um caso de um marido extremamente nervoso, por que sua esposa não aceitava seu cunhado dormir em sua casa, Eu aconselhei a ele entrar em um acordo com sua esposa e ver se realmente ele pode dormir, se a palavra dela for não eu o aconselhei a não dar o poso para o irmão.

Existe cunhados que não se dão bem, principalmente cunhadas mulheres, tudo por que ainda pensa que o irmão pode ficar achando as amigas bonitas, ou pode ainda ter amigas mocinhas, Ja mais faça isso, você pode estar causando uma imensa tristesa em sua esposa. Existe cunhados que pensa que a irmã é empregada, ou até mesmo sua mãe, Faça o possivel, entre em uma concordia com seu marido para reconhecer o que pode ser feito, lembre se armonia no casamento em primeiro lugar, ja mais brigue ou tente forçar a barra, O que pode ser satisfação para você se torna insatisfação á seu parceiro.

Sogro
A Presença do sogro é importante, mais quando o sogro é amigo da esposa ou do marido, em vários casos que já atendi sempre o sogro dando palpites na vida da filha, Na minha opinião sogro e sogra já foram felizes nos primeiros meses de casamento, aproveitaram o casamento, agora é a vez de deixar os filhos avontade, deixar os filhos terem suas próprias opiniões, seus próprios problemas, e ja mais se interferir em brigas de casais, sempre se manter neutro.

Outros familiares
É sempre bom se reunir com os familiares, mais quando existe uma certa frequencia de familiares na casa do casal começa a perder a privacidade, por isso, nunca seja grosseiro, mais evite receber familiares em casa, o casamento pode perder o sentido, diante de várias opiniões, várias sugestões, Sempre mantenha armonia no seu lar, é uma delicia receber familiares, mais num dia marcado ou até mesmo em um final de semana.

Disciplinas e Punições

redação Universo Familia

A questão da coerência é importante, por exemplo, no que se refere a bater na criança para a castigar. Os pais dizem-lhe que não deve ser agressiva nem bater nos outros e ao mesmo tempo castigam-na com uma palmada? A criança pode sentir injustiçada e não compreenderá essa contradição, desvalorizando o que os pais lhe dizem que está certo.

No entanto, a disciplina não implica apenas punições quando a criança faz algo que não deve fazer. Ao mesmo tempo que deve ser deixado claro o que não deve ser feito, também deve haver uma recompensa (que pode ser um simples elogio) para a boa conduta da criança. Fará a criança se sentir reconhecida e nada melhor do que dedicar à criança todos os dias momentos de atenção positiva para evitar, por um lado, chamadas de atenção inadequadas e, por outro lado, para criar oportunidades de interação positivas e agradáveis para a criança.

É muito importante que a criança perceba aquilo porque está a ser recompensada. O mesmo deve acontecer no que se refere às más condutas, ou seja, a criança deve compreender muito bem qual o motivo que despoletou a punição e quais são as alternativas corretas.

As implicações da ausência de atenção dos pais

Estes comportamentos são, por vezes, formas de chamar a atenção dos pais, uma vez que qualquer criança prefere a atenção que é dada por um comportamento inadequado do que a ausência de atenção.

Se os pais observarem melhor as suas crianças, perceberão que grande parte da sua teimosia está relacionada o seu crescimento e com o delimitar da sua individualidade e ideias próprias. Esta é uma fase importante no seu crescimento, para que desenvolva a sua autonomia e teste os seus limites.

Alguns exemplos e sugestões:

- Insiste em vestir uma roupa inadequada: separe duas ou três roupas possíveis e deixe que a criança escolha dentro dessas hipóteses aceitáveis;

- Recusa tomar banho: faça do banho um momento divertido e tente perceber se há algo que a assuste, como a água ou o champo nos olhos ou no rosto;

- Não deixa os pais conversarem com outras pessoas: pare um pouco a conversa e dê-lhe atenção ou deixe-a participar também;

- Não quer ir para a cama: leia uma história ou negocia com ela uma hora para ir para a cama (não compensa entrar em conflito por dez minutos);

- Quer dormir na cama dos pais: nunca deve permitir, fique um pouco com ela no quarto, leia uma história ou converse um pouco com ela;

- Não aceita um “não”: explique-lhe o porque do não, mantenha-se tranquila e ignore a birra, repetindo de vez em quando que já lhe explicou o porquê do “não”; o seu controlo ajudá a recuperar o seu próprio controle;

- Diz palavrões: a criança só repete o que ouve, por isso é importante ter cuidado na linguagem usada na sua presença; não se limite a repreender, explique porque é feio dizê-lo e que as palavras podem magoar tanto como uma palmada.

Morte

redação Universo Familia

Até aos três anos, a separação é o que mais preocupa a criança. O medo de ser abandonada pelos pais é uma constante, já que se sente desprotegida quando a mãe não está ao alcance dos seus olhos.

Isto porque é nesta fase que a exploração do meio se inicia, e pode assistir a um pássaro ser devorado por um gato. A morte, nesta altura, não é encarada como um fato permanente.

Para isso contribuem os desenhos animados em que o herói é imortal. A criança assiste a atropelamentos e explosões, sem que um ferimento seja visível. Por isso há que em conta os acidentes domésticos, já que não há a noção de perigo.

Depois dos cinco anos, a morte passa a ter um rosto e um corpo. Vulgarmente é um esqueleto que aparece para levar algumas pessoas. Esta faixa etária é particularmente vulnerável.

Já possuem alguma bagagem cognitiva que lhes permite perceber o que se passa, mas não têm meios de lidar com o facto em si. Sensivelmente aos nove anos, é que é adquirido o conceito de morte como um fenômeno biológico e irreversível.

Medo da morte

Não é raro que, caso se trate da morte de um dos pais, a criança tenha receio que o outro morra também. Esta angústia traduz-se frequentemente em comportamentos difíceis de entender.

Se a reação é de tristeza, não existem dificuldades em identificar a dor subjacente, mas existem crianças que se tornam distraídas, hiperactivas ou que tem súbitas explosões de agressividade.

É a outra face da depressão, que não sendo tão evidente, pode não ser imediatamente associada à perda. Outros ainda, apresentam sintomas orgânicos como dores de cabeça, vômitos, dores musculares, etc. Quando recorrem a um médico, nada é detectado, uma vez que se tratam de somatizações.

Estes comportamentos surgem mais frequentemente em famílias nas quais existe dificuldades em falar sobre o sucedido. Surgem, por vezes, regressões no desenvolvimento: voltam a fazer chichi na cama, querem usar chucha ou beber leite pela mamadeira.

Comportamentos caracterizados por excessiva dependência, são também frequentes. Querem estar sempre agarrados aos pais e não vão brincar. Podem ir buscar consolo num brinquedo ou cobertor que os passa a acompanhar para todo o lado.

Dormir na casa de um amigo - Uma Aventura

redação Universo Familia

As crianças aos quatro anos já deram grandes passos na socialização. Na escola e no parque tem os seus amigos preferidos e gostam de conviver e brincar com eles. No entanto, brincar na escola ou no parque não é o mesmo que darem canbalhotas juntos na mesma casa e no mesmo quarto.

Aos quatro anos as crianças começam a demonstrar o seu individualismo e as suas preferências e os pais devem mostrar que confiam nelas. Passar um dia em casa de um amigo e dormir no seu quarto, é uma experiência inesquecível para a criança e também para os pais.

Na primeira vez, os pais estão geralmente receosos e a criança está demasiado eufórica com a liberdade que lhe é oferecida. A criança sente-se independente e crescida mas os pais têm receio que ainda não esteja preparada para sair “debaixo das suas asas” e sentem alguns receios. Entre eles que:

-A criança chore durante a noite
-Faça chichi na cama
-Que obrigue os pais da outra criança a manterem-se acordados perante alguma birra
-Que queira voltar para casa....

Prevendo algumas situações, nesta primeira experiência os pais devem acautelar:
-Que a casa do amiguinho não fique muito longe da sua, para que o possam ir buscar a qualquer hora do dia ou da noite -Informar os pais da outra criança dos jeitinhos que o filho dorme
-Não esquecerem de colocar na sua bagagem o seu objecto preferido ( a criança pode estar habituada a dormir, por exemplo, com o homem aranha).
-Informar os pais da outra criança das preferências alimentares do seu filho
-Informar das suas capacidades a nível da sua higiene pessoal (sabe lavar-se sozinho- é preciso que o mandem escovar os dentes ...)
-Não consegue dormir com o quarto totalmente escuro ou vice-versa

Amigos do coração

Nesta fase as crianças demonstram geralmente a sua preferência por um único amigo e para que isso não aconteça os pais devem dar-lhes oportunidades para conviverem mais intimamente com várias crianças. Para isso devem convidar alguns amiguinhos para um lanche em sua casa, permitir-lhes que vão às festas de aniversário de outras crianças, permitir-lhes algumas atividades de grupo.

No entanto a primeira experiência “fora de casa” deve ser realizada com o seu amigo do coração.
Se a experiência decorreu sem problemas, os pais devem convidar o amigo para sua casa, para que também ele tenha a oportunidade de a viver partir desta altura a experiência pode alargar-se a um fim-de-semana em casa do amigo. Conviver com outra família em que os hábitos são diferentes da sua vai enriquecer os seus conhecimentos e forma de viver. Com estas experiências as criança tornam-se mais autônomas e menos dependentes dos pais para além de enriquecerem a sua personalidade.

Auto-Confiança em Seu filho!

redação Universo Familia

Em seguida irei apresentar algumas formas de potenciar a auto-confiança do seu filho através de interações diárias.

Estabeleça rotinas com o seu filho. Quando existem acontecimentos previsíveis, quando estes acontecem mais ou menos à mesma hora todos os dias, o seu filho sente-se seguro, protegido, confiante e com controlo sobre o seu mundo. Ele sabe, por exemplo, que primeiro está o banho, depois os livros, depois uma canção e depois está na hora de ir dormir.

Compreende o que se irá passar em seguida e prepara-se para estas mudanças. Se os acontecimentos do dia-a-dia forem aleatórios, isso poderá causar à criança um elevado nível de ansiedade.

Se a vida não fizer sentido, a criança poderá sentir-se mal amado e até assustada para explorar o mundo. Quando as crianças sabem o que esperar, sentem-se mais aptas a brincar, crescer e aprender.

Descubra, e permita, diversas oportunidades para brincar. Brincar é a forma que as crianças tem que descobrir coisas sobre si próprias, sobre os outros e sobre o mundo que as rodeia.

Através da brincadeira, as crianças aprendem também a resolver problemas e a desenvolver a confiança — descobrir a bola por trás do sofá, acertar na forma certa para encaixar na posição correta, fazer com que o boneco de mola salte da caixa.

Uma criança que aprende a premir um botão num brinquedo para ouvir um som agradável esta pronta para aprender que pode fazer com que as coisas aconteçam.

E também através da brincadeira que as crianças aprendem a conhecer os sentimentos dos outros, tentam novos papéis e resolvem sentimentos mais complexos.

Uma criança de dois anos que veste a roupa da mãe e finge que vai trabalhar poderá estar a tentar resolver os seus próprios sentimentos sobre a separação. Uma criança de três anos que brinca com os Power Rangers poderá estar a tentar ser mais assertiva, a dominar os seus medos ou a libertar sentimentos mais agressivos.

Permita que a criança comande a brincadeira – isso irá reforçar a sua confiança, a sua capacidade de afirmação e de liderança.

Ajude o seu filho a aprender a resolver problemas, mas não os resolva sempre por ele.

A partir de que idade a criança adquire o conceito de morte

redação Universo Familia

Até aos três anos, a separação é o que mais preocupa a criança. O medo de ser abandonada pelos pais é uma constante, já que se sente desprotegida quando a mãe não está ao alcance dos seus olhos.

Isto porque é nesta fase que a exploração do meio se inicia, e pode assistir a um pássaro ser devorado por um gato. A morte, nesta altura, não é encarada como um fato permanente.

Para isso contribuem os desenhos animados em que o herói é imortal. A criança assiste a atropelamentos e explosões, sem que um ferimento seja visível. Por isso há que em conta os acidentes domésticos, já que não há a noção de perigo.

Depois dos cinco anos, a morte passa a ter um rosto e um corpo. Vulgarmente é um esqueleto que aparece para levar algumas pessoas. Esta faixa etária é particularmente vulnerável.

Já possuem alguma bagagem cognitiva que lhes permite perceber o que se passa, mas não têm meios de lidar com o facto em si. Sensivelmente aos nove anos, é que é adquirido o conceito de morte como um fenômeno biológico e irreversível.

As crianças devem ir aos funerais?

redação Universo Familia

É sabido que é preferível chorar um morto que um desaparecido. A morte tem um local onde a veneração é passível de ser feita. O desaparecimento é a incerteza, o vazio total, o luto interminável.

No caso de acidentes graves, em que algumas pessoas entram em coma e outras acabam por falecer, a situação é semelhante. Ao acordarem do coma, ergue-se um vazio. Não existe um corpo que permita o teste da realidade, já que tanto o velório como o funeral, já aconteceram.

Muitas pessoas iniciam assim, um processo de luto patológico. É por este motivo que se aconselha a presença de toda a família nos rituais funerais. Deste modo, todos se apercebem do final e podem chorar a sua mágoa.

No caso das crianças, há que acompanhá-las de perto mas permitindo-lhes que estejam presentes. A expressão da dor, varia de pessoa para pessoa e assim é também com as crianças.

Algumas choram copiosamente, outras optam pelo silêncio.Se Constata que o pranto é tanto mais longo, quanto mais velha for a criança, possivelmente devido à consciência da irreversibilidade da situação.

Sentimentos de culpa

redação Universo Familia

Todos nós, num momento de profunda raiva, Ódio, somos capazes de desejar a morte a alguém, Eu pelo menos não. Sabemos que o desejo não passa disso mesmo, e que ninguém é preso por desejar. Com as crianças acontece o mesmo, só que não existe uma clara fronteira entre o desejo e a realidade.

Se o desejo se concretizar, estas crianças poderão ficar profundamente afetadas porque, inconscientemente, irão assumir a culpa pela morte da pessoa. Não só se coloca esta questão quando se fala da morte, mas também noutras situações de perda, como separações ou divórcios.
É que a morte não sendo encarada como permanente, confunde-se com a ausência, e assim o divórcio será eventualmente vivido do mesmo modo.


Sensação de abandono

O sentimento de culpa e a sensação de abandono surgem frequentemente a par. Uma criança de cinco anos, tanto se culpa pelo desaparecimento da mãe, como sente raiva por acredita que foi abandonada por ela.

Por isso perguntará com frequência “ela foi embora porque não gostava de mim ? “, “foi porque me portei mal ?”. Há, por isso mesmo, a necessidade de desfazer estas ideias e que melhor maneira senão dizendo a verdade ?

“ A mãe morreu porque estava doente”. “Mas foi para o céu ?” , “Ninguém sabe, mas acreditamos que sim. Agora ela é uma daquelas luzinhas que vês lá no alto”, “e as outras luzinhas também foram pessoas ?”, “sim”, “então se eu for de avião, posso visitá-la !”.

Esta é uma ideia bastante comum, já que as crianças pensam que o céu não é diferente dos outros lugares e que a volta é apenas uma questão de tempo. Outras perguntam onde é o céu, o que é que as pessoas fazem ali, o que vestem e o que comem.

Mamãe Super-Exigente

redação Universo Familia

Existe vários tipos de mães, erra o ditado que diz que mãe é tudo igual. Nesta semana iremos falar sobre as desigualdades das mães. Vamos começar falando da Mamãe Super Exigente.

À medida que a criança cresce e antes de ir para a escola, ao "Pode” e “não pode", junta-se o "deve-se” e “não se deve". Deste modo, surge a ideia do dever ou obrigação, necessário para construir a personalidade que terá de se inserir no mundo social. No entanto, os “pequenos” do lar encontram desagradáveis travões quando, inevitavelmente, começam os intercâmbios com outros ao sair de casa. Menos notórias são (à primeira vista) as dificuldades das crianças auto-exigentes, ou seja, que impõem a si mesmas a obrigação, mais ou menos estrita, de acatar as regras.

São crianças muito bem aceites socialmente, que "nunca dão trabalho", são educadas, amistosas e dóceis. Não se sujam, não incomodam, não gritam e fazem as suas tarefas sem discutir. O seu aspecto é o de uma criança muito esmerada e limpa. Mas a sua felicidade parece estar ligada fortemente à aceitação dos demais. A atitude materna tem uma enorme incidência na produção de condutas "correctas". As mães muito exigentes estão ansiosas para que o filho consiga. Detestam que esteja molhado e sujo, e às vezes mostram o seu desagrado perante a criança no momento de a limpar e mudar com a mesma intensidade com que a beijam e felicitam quando, já limpinha e seca, volta a ser a criancinha "dos seus sonhos".

A própria intolerância perante a frustração pode ser transferida pela mãe ao seu filho, com uma modalidade muito demonstrativa que o pequenino percebe inequivocamente, e que tem a ver com um contato corporal, com a intensidade dos beijos e abraços, com as palavras e os gestos de gosto e desgosto que expressam os sentimentos maternos perante o que acontece com o seu filho. A mãe começa a premiar ou a castigar as respostas da criança e a transmitir uma mensagem inconsciente:

- Um contato corporal muito estreito, cuja declaração de amor: "este é o meu filho, limpo, seco, e cheroso''

- Um distanciamento ou frivolidade notórios (castigo), cuja mensagem significa recusa: "assim não te conheço, não é o filho que amo".

A imposição de limites exagerados, e precisos, é uma característica da relação que convém evitar. O filho prejudica-se afetivamente quando deve renunciar aos seus desejos para obter o amor maternal, e sofre com a recusa ou afastamento a que a mamãa o "condena" quando não se comporta como a criança dos seus sonhos. A mamãe super-exigente tende a dramatizar as situações, e uma mancha ou um objeto partido, por exemplo, podem transformar-se numa cena inesquecível para a criança.

Assim, a criança que se suja, que parte ou desarruma, acaba por se sentir culpada e teme ser abandonada pelos seres que mais quer e a quem não pôde agradar. Logo, encontrará algumas fórmulas que lhe permitam reassegurar o sucesso das suas acções. Então, descobrirá que se não brincar com barro ou aguarelas, não sujará nem os dedos nem a roupa. Também se esforçará por reter o chichi e o cocô, do mesmo modo como insistirá embora não tenha "vontade", de fazer as suas deposições quando a mamãe quer.

Em resumo: é melhor não se enganar e também é melhor não se arriscar. Quer dizer, não provar, não criar, ir pelo seguro, e tentar compensar as falhas com mais aplicação, com mais cuidado, com mais esforço... com mais temor. A criança só se sentirá feliz se tiver sucesso, porque isso lhe garante que será amada. Mas, o exagero e a procura contínua da criança perfeita podem prejudicar o filho e a relação com os seus pais.

A mamãe-menina

redação Universo Familia

A mamãe que tem dificuldades em cumprir o seu papel não costuma aperceber-se de que se comporta como uma criança. Age espontânea e alegremente, e desfruta a rir-se e a brincar. Na realidade, sente-se feliz com o seu filho e às vezes age impulsivamente. O seu carinho impõe-se na hora de dar o prazer à criança e deixa-a fazer o que quer sem grandes interferências. Mãe e filho compreendem-se muito bem; ela é tão carinhosa com o pequenininho que, ao vê-los brincar, são como duas crianças.

No entanto, quando a criança se sente alterado ou tem um problema de saúde, a mamãe prefere que o papai, as avós ou a babá tomem conta do pequenininho até que esteja bem. Não se trata de abandono, mas sim de uma preferência. E a imaturidade fora de tempo da mãe-menina acaba por gerar na criança uma falsa ideia de maturidade, também extemporânea. Precocemente, a criança escolherá o seu menu, a sua roupa, e desde logo os seus passeios, a hora de tomar banho ou de dormir.

Sem discussões, nem rebeldias, tudo sucede quase simpaticamente, e a mamãe mostra – por vezes com orgulho – as habilidades do filho e a sua tranquilidade para decidir pelo sim ou pelo não. Não há oposição às suas escolhas, e o pequenito cobra uma autonomia que ressalta perante o comportamento geral das outras crianças, além de fazer o que quer e quando quer.

Controladas facilmente no ambiente do lar até aos 3 ou 4 anos, as falhas começam a notar-se nas primeiras saídas sociais (casa de amigos, supermercado ou centro comercial), para se tornarem mais evidentes no jardim infantil: diferente do que acontece em casa, a professora consegue colocar uma distância emocional e distinguir entre o seu ser adulto e o ser infantil dos seus alunos.

Com os anos, se a situação que deu origem a este comportamento não se corrige, o período escolar não será agradável. Por isso, é importante descobrir as atitudes exageradamente infantis da mamãe, e reconhecer quando é coerente deixar as decisões a cargo do filho e quando correspondem à ação da criação e da educação, que são funções dos pais.

Mamãe-indecisa

redação Universo Familia

Hoje sim, amanhã não, depois, quem sabe... são frases ou palavras que poderiam representar a qualidade indecisa de uma mamãe ou de um papai que, por não serem consistentes nas suas ideias, geram no filho desconcerto e confusão. A indecisão como forte traço de carácter pode apresentar-se nas pessoas que alternam com frequência estados anímicos opostos. Reconhecem-se vulgarmente como seres que se expressam de forma eufórica ou depressiva, abrindo e fechando ciclos (de euforia ou depressão) sem que medeie alguma causa facilmente observável.

Do desinteresse a ser docemente permissiva, alegre e bem disposta, são os mais pequenos que notam os sinais que às vezes passam despercebidos, inclusive para a mamãe. Eles, melhor do que ninguém, Percebem-se quando ela está triste, alegre, doente ou indiferente. Trata de uma questão recíproca, porque a mãe também sente e pressente as emoções e sentimentos que alteram o seu filho. Dos seus pais, e especialmente da mãe, desde muito cedo, os pequenininhos aprendem a comportar para concordar: se a sua mamãe fica contente, significa que o que ele faz está bem, mas se ela está triste, é muito provável que o filho se sinta culpado.

As mudanças surpreendem e desconcertam as crianças pequenas até ao grau de assustá-las tanto que reagem de modos extremos. Se recebe sinais contraditórios, o pequenito começa a desconfiar do seu próprio comportamento: "O que eu fiz de mal, pois a mamãe não me olha e não me fala como sempre? O que eu fiz que ela se irritou?". As condutas parecem ser mais prejudiciais para a psicologia infantil que outros comportamentos imperfeitos, mas constantes. Às vezes, a mamãe está consciente das suas mudanças afetivas, embora desconheça as causas.

Se quer evitar prejudicar o seu filho, pode tentár, agregando alguns dados na comunicação que tem com ele, independentemente da sua idade. O importante é evitar a confusão infantil que se baseia na impossibilidade de compreender o que acontece a partir da visão naturalmente imatura de uma criança que, além do mais, se sente o centro do universo e acredita ser o causador de tudo. Se o seu filhinho não consegue estabelecer relações válidas devido à imprevisível conduta materna, tão pouco poderá progredir no campo lógico. A explicação ("Não é sua culpa, a mamãe hoje está aborrecida para brincar hoje. Brincamos outro dia") liberta a criança da dúvida e melhora a compreensão, e ao fim ao cabo, o vínculo mãe-filho.

É necessário apontar a personalidade do filho manifestando a invariável segurança do carinho que tem, e reforçando a ideia de que as mudanças negativas na relação com a sua mãe, não são culpa sua. O ingresso precoce no jardim infantil ajudará a criança e a família a gerar um marco mais equilibrado e confiante que compense as desigualdades domésticas. Passados os seis anos, os Pequenos já podem desenvolver-se relativamente bem, "deixando passar" os períodos negativos sem danificar em excesso a inter-relação com a mãe. No entanto, desde o nascimento até essa idade, há uma zona que é necessário preservar.

A mamãe-galinha

redação Universo Familia

As características protetoras do pai e da mãe são muito valiosas na hora de criar um filho, dado que permitem preservar a sua vida, a sua saúde e bem-estar. Quando o bebê é recém-nascido, é muito difícil determinar se a proteção que recebe da mamãe é exagerada. É tão pequeno! No entanto, alguns comportamentos podem dar sinais de um excesso de "zelo maternal". Nada melhor do que observar a conduta do bebê. A Criança esta tranquila e dorme enquanto a mamãe pensa que será melhor acordá-lo "porque, talvez, tenha fome...".

Se o bebê não fez o seu "cocô" tem de o levar ao pediatra, embora o médico tenha dito que é necessário esperar, que mais tarde fará. Quando a criança caminha sozinha, a palavra que a mamã mais emite é "Cuidado!" e a típica frase "Não afasta da mamãe". A super-proteção gera na criança diversas reações. Ao princípio, tentará seguir o impulso que procede das suas capacidades. A criança pensa e sente que pode fazer determinadas coisas. Algumas delas implicam perigo, e é correto que a mãe ou o pai tentem impedi-las. Isso é proteção.

Por vezes a ansiedade e a angústia costumam ter os supostos riscos com obscuros. Presa do seu temor, a mamãe imagina um bebê sempre saudável, sem golpes nem dores nem choros, ilusão que reforça com a ideia – errada – da sua própria omnipotência para protegê-lo. Deste modo, carrega com uma responsabilidade ampliada na qual se adjudica todas as consequências do comportamento do seu filho.

Esta situação é válida quando o bebê depende completamente da atenção adulta. Mas ao crescer e ao conquistar a sua autonomia motora, a criança vai exercitando também ações de exploração e descoberta. E a verdade é que as condutas interceptadas que não culminam a sua realização, privam de uma experiência que tem sentido e que dá segurança para outras novas. Se o pequenininho tenta levar um brinquedo à boca e não consegue, ou tenta chegar a um objeto e não consegue porque mesmo antes de o tocar é retirado ("Não coloca isso na boca, Esta sujo"; "Não toca nisso, Pode ficar triste"), a experiência fica abortada. Isso é sobreproteção.

A primeira desilusão amorosa

redação Universo Familia

Na adolescência, a sensibilidade está à flor da pele e, neste contexto, o primeiro namorado se envolve de uma mística que o diferencia de todos os outros. Não é uma figura de carne e osso, mas sim um ''príncipe encantado'', figura que reúne todas as qualidades desejadas.

Só que, como é certo e sabido, as desilusões são diretamente proporcionais às ilusões, por isso é frequente que as primeiras paixões de transformem em catástrofes.

Quando algo de mau acontece, o choro passa a dominar a vida da adolescente. Muitas Jovens verbalizam uma tristeza tão grande, que sentem que a vida deixou de ter sentido. Algumas dizem que preferiam morrer do que perder o namorado.

Perante este dramático cenário, o mais vulgar é que esbocemos um sorriso, acompanhado de um "deixa lá que isso passa. Logo Você encontrará outro namorado que te ame assim como você ame ele! " mas, esta não é a atitude mais sensata. De fato, alguns adolescentes (sobretudo as meninas ) chegam a cometer tentativas de suicídio devido a desgostos de amor.

Possivelmente tal não aconteceria, se alguém as tivesse escutado e oferecesse um ombro onde pudessem chorar e sentissem carinho. A rejeição dói, mas a dor pode ser tão intensa como rápida, se se criarem condições favoráveis. Amanhã nós vamos falar sobre A instabilidade emocional.

Os Cuidados á ter com uma linguagem

redação Universo Familia

A linguagem que usa nos momentos mais cruciais também é muito importante. Renove o seu vocabulário e adeque-o ao meio familiar que a rodeia.

Há palavras perigosas, como horrível (que deve aplicar só em catástrofes nucleares), expressões, como devo ou tenho de, (para não nos tornarmos tiranos dos outros ou de nós mesmos) e outras a não usar de todo, como vingança (que implica preservar e repetir males feitos)».

Se vive em estado de alerta, prestando atenção às mais pequenas coisas e preocupando-se com tudo o que pode correr mal, o que costuma acontecer sobretudo quando as crianças são mais pequenas, mude de atitude.

Aquilo com que nos preocupamos ocupa espaço mental, impede-nos de saborear os momentos, aumenta a ansiedade e nos torna menos lúcidos e menos disponíveis, com clareza e energia, para reagir às dificuldades

Para que possa ocupar a mente com o que é realmente importante de modo a saborear convenientemente esses momentos, se organize. Mantenha, vá ao médico por exemplo de quatro em quatro meses. Tome nota das situações de mal-estar (intensidade, frequência). Este gesto pode ajudar o seu médico a fazer um diagnóstico na próxima consulta.

Seja em casa ou no trabalho, defina sempre objetivos realistas, tendo em conta a sua realidade familiar. É verdade que Nós mulheres conseguemos realizar várias tarefas em simultâneo mas isso não implica preencher o seu dia como se tivesse 48 horas. Estabeleça prioridades e aprenda a dizer ''não''. Depois disso, o seu ''sim'' terá muito mais valor.

Proteja a sua vida afetiva, não deixando que os seus filhos lhe ocupem todo o pensamento e os (poucos) tempos livres. Deixe o trabalho no escritório e faça a transição entre o modo profissional e o pessoal antes de chegar a casa.

Para preservar a harmonia no casal, é vital combater a necessidade quase automática de despejar no outro os problemas e o stress do. Isso não impede, no entanto, que não possa dividir as tarefas domésticas.

Mesmo que o(a) seu(sua) parceiro(a) não seja um especialista em limpezas ou arrumações, incentive-o(a) a fazê-lo. Em função disso, terá menos stress e mais tempo livre (para si ou para os dois).

Se puder, dedique também algum tempo aos outros, participando numa associação ou apenas tomando um chá com uma vizinha idosa que vive só. Em troca terá um sorriso e a oportunidade de perceber que as coisas mais simples são também as mais valiosas.

Sujestões aos Pais

redação Universo Família

Seja um bom modelo. As crianças aprendem, na maior parte da vezes, através do exemplo. Dizer às crianças "Faz como te digo, não como eu faço" não é um bom método de educação. Ensine os seus filhos através do seu próprio comportamento, expectativas e mensagens.

Encoraje a auto-confiança. A auto-confiança ajuda as crianças a ultrapassar a pressão dos seus iguais e o elogio é a melhor maneira de ensinar a auto-confiança. Os adultos devem elogiar a honestidade, o esforço, a bondade, etc.. Os mais novos precisam de saber que são capazes.

Recorde aos seus filhos que são amados. Encontre as oportunidades de "apanhar" os seus filhos a fazer coisas boas. Deixar saber que se orgulha deles pode ajudar a construir a auto-estima. Os mais novos precisam de saber que são objecto de amor.

Escute. Antes de responder a uma pergunta, ouça o que o filho irá perguntar. Uma pergunta sobre sexo não significa necessariamente que o seu filho ou filha estão tendo atividade sexual. Não tire conclusões precipitadas.

Seja paciente. Algumas crianças dirão ou pensarão que o aborrecem ou embaraçam. Em vez de os criticar, use estas situações como oportunidades de aprendizagem. Seja gentil - não ajuda a aprendizagem se se importunar, repreender ou gritar.

Promova sentimentos positivos acerca da sexualidade. Os jovens que têm sentimentos positivos acerca da sexualidade e dos seus corpos são mais propensos e capazes de se protegerem das DST, gravidez indesejada e abuso sexual - e de discutir estes assuntos com os seus pais ou com adultos em quem confiem.

Ajude-os a conquistar a capacidade de tomar decisões. Encoraje os seus filhos a fazer escolhas e a tomar decisões desde a mais tenra idade. Praticar com pequenas decisões como o que comer ou o que vestir prepara-os para as maiores decisões.

Esteja sempre do lado deles. Os adulto devem estar sempre do lado dos seus filhos. As crianças têm de ser capazes de confiar que os seus pais sejam razoáveis, independentemente do tipo de problemas ou preocupações que eles lhes tragam.

Assegure-lhes que são "normais". O que as crianças mais desejam é saber que são "normais". Pode ajudá-los a compreender que é normal ser diferente.

Um Guia Sexual as Familias

redação Universo Família

Pequeno Guia Sexual Para As Famílias

Uma das perguntas mais comuns dos pais é "O que devem os meus filhos saber a sexualidade e em que idade o devem saber?"

Os pais sentem algumas vezes receio de dizer coisas demais e demasiado cedo ao seus filhos, porque pensam que irão ferir de alguma maneira ou encorajá-los a tornarem-se sexualmente activos.

A informação e a educação não encorajam os jovens a ser sexualmente activos. De fato, as crianças tomam melhores decisões sobre o sexo quando tem toda a informação que necessitam e quando não existem assuntos tabu sobre os quais não pode conversar em casa. Melhor protegidos contra a gravidez e as doenças quando decidem ter sexo.

Existe, no entanto, informação adaptada às diferentes idades das crianças. Por exemplo, uma criança de cinco anos deve saber corretamente os nomes das partes do seu corpo, incluindo os seus órgãos genitais. Não precisam de saber pormenorizadamente como o homem e a mulher crescem e se distinguem. Mas fará algum mal aos seus filhos se lhes der alguma informação sobre as diferenças entre o corpo dos homens e das mulheres? De modo nenhum.

Tenha consciência que não é necessário ter sempre uma grande conversa com os seus filhos, de cada vez que lhe façam uma pergunta sobre sexo. Ouça-os com cuidado. Eles podem apenas querer a resposta para aquela pergunta e pronto. Assegure-se de que está a responder à pergunta, em vez de falar em termos gerais. Pode sempre pedir um esclarecimento, se não tem a certeza do que lhe estão a perguntar. Certifique-se que eles sabem que podem sempre fazer mais perguntas.

As crianças aprendem imenso sobre relações, corpo, afecto e comunicação desde o primeiro ano de vida. É importante ajudá-los a sentirem-se bem com a sua sexualidade desde o princípio. Será mais fácil para eles fazer-lhe perguntas sobre o sexo ao longo da vida. À medida que crescem, pode dar-lhes informações que os ajudem a tomar decisões saudáveis e responsáveis sobre a sua sexualidade.

Sexualidade na Adolescencia - Perguntas e Respostas

redação Universo Família

Idade certa para Transar
Não existe uma “idade certa” para começar a transar. O que existe é o melhor momento para cada pessoa. Cada um deve saber quando chegou a sua hora de iniciar a vida sexual. É importante que essa seja uma decisão pessoal, madura, responsável, livre de influências ou pressões. Além disso, ao decidir que chegou a hora de Ter a primeira transa, deve-se escolher um método anticoncepcional, e um parceiro que se conheça e em quem se confie.

Gravidez
Quando a mulher estiver no seu período fértil e tiver uma relação sexual (com o pênis colocado na vagina da mulher0, e na ejaculação, o sêmen liberado for rico em espermatozóides (célula masculina), estes sobem através do útero e das tubas até encontrar o óvulo (célula feminina), ocorrendo a fecundação = a mulher está gravida.

Periodo Fertil
Após a menstruação (mais ou menos 14 dias depois) ocorre a ovulação, que é quando o ovário libera o óvulo. Neste dia, alguns dias antes e alguns depois é o período fértil, quando a mulher está apta a engravidar.

Menstruação
Todo o mês o útero se prepara para receber o óvulo fecundado; forma-se no útero uma “camada fofa”, como se fosse um ninho onde o ovo recém chegado vai se prender e nutrir durante a gravidez. Quando isto não acontece, esta camada se desprende e sai pela vagina junto com sangue, e isto é o que chamamos de menstruação.

Dor nas relações
Se a menina vai para a primeira relação preocupada, com medo de engravidar, que seus pais descubram, insegura, etc., ela terá dificuldades de relaxar e, assim, não terá uma boa lubrificação. Com isso, ela pode sentir dor.