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Uma boa Gestão Familiar

redação Universo Família



Uma boa organização é meio caminho andado para uma vida familiar mais feliz.

Crie na cozinha um espaço onde deverá ter um dossier de argolas com um calendário anual (para anotar todas as datas importantes), um calendário grande para afixar que mostre o mês atual e no qual deverá assinalar também os eventos importantes.

Esse cantinho deverá incluir, ainda, um bloco de notas e caneta sempre disponíveis, uma lista de números de telefone de emergência e uma pasta para que os seus filhos possam deixar informações sobre a escola ou outras atividades.

Educar

Ensine os seus filhos a preparar o pequeno almoço e a limparem a mesa depois de comerem. Na véspera, ponha a mesa. Ensine também a separarem a roupa suja, recorrendo a cestos de cores diferentes.

Antecipar

Prepare a lancheira, as mochilas e a roupa das crianças sempre no dia anterior.

Compartilhar

Defina horários para as refeições, trabalhos de casa e tarefas domésticas e compartilhe com os vários membros da família. Evite fazer no mesmo dia limpezas e compras. Você, seu marido, ou sua esposa, tire um tempo e fique com as crianças quando for às compras.

Uma ''Vovó'' intrometida

redação Universo Família



Habitualmente as avós - mãe e sogra - iniciam os seus conselhos na hora em que sabem que vem um bebé a caminho. “Vê bem como alimenta. Com essa alimentação que habitualmente leva, o bebê vai nascer pequeníssimo”, “Se for uma menina, não te esqueça que deverá ter o nome das avós”, “Porque não começa já a preparar o enxoval?”, “Fala já com o pediatra da tua cunhada”, etc, etc, etc,…

Quando visitam o bebê na maternidade, iniciam outro estilo de intromissão - o acompanhamento do bebé.

“Quando chegar em casa…. este bebê …”, “Vê como o deita, as crianças não gostam de estar assim”, “ Não é assim que lhe deve pegar para mamar…” e , etc, etc, etc…

E, como “lobas” ciosas das suas crias, se você não disser nada, iniciarão uma vivência atormentada para você, para o bebê e até para elas.

Amores em conflito

As avós querem, tal como os pais, o melhor para o bebê. A verdade é que a sua intromissão pode gerar alguns conflitos. Os pais que terão de decidir como criar e educar o seu bebê e, desde a primeira hora, que elas terão de o entender.

Fale com as avós e explique que os tempos mudaram e que hoje os pediatras têm outros conceitos. As tensões familiares provocadas pelos mal-entendidos devem de ser imediatamente esclarecidas. Sem ofensas e para não piorar as coisas tente manter a sua independência desde o início da gravidez.

Mudam-se os tempos...

Quer os novos conceitos instituídos no que concerne à alimentação ou à saúde podem ser motivos de divergência entre as avós e as mães. Às vezes uma questão simples pode levar a alguns amuos. Exemplificando:

- Agasalhar o bebê pode também ser um “grande” motivo para várias discussões. As avós tendem a agasalhar demasiadamente o bebê. Em casa ou quando vai de passeio, nenhuma avó permitiria que o seu neto se vestisse sem os mais fofos agasalhos. Enquanto você sabe que o seu bebê poderá andar com um bom fatinho de felpa sem necessidade de vestir camisolas de malha, a avó, ficará escandalizada se a criança andar sem um casaquinho de malha. E, será impensável, levar o bebé a passear sem gorrinho, luvas…. Quer pelas fibras utilizadas, quer pelo tipo de roupinha, as mamãs de hoje, trazem os seus pequenitos muito mais à vontade. As crianças de “antigamente” pareciam um rolinho e quase não se podiam mexer.

- O desmame - muitas vezes no final da baixa de maternidade - em que a maioria das mães passa a alimentar os seus filhos com biberão. É uma decisão de que muitas avós discordam e criticam.

É verdade que têm razão e que as crianças devem ser amamentadas durante o maior período de tempo possível, mas, se o seu emprego não permite as deslocações a casa para amamentar o seu bebê ou se as condições ou tipo de emprego não permitem a recolha do seu leite para a amamentação, não aceite as críticas. Você está fazendo o melhor que pode.

- Na hora do sono é normal que você deite e aconchegue o seu filho e cante uma canção de embalar para adormecer. No entanto, se o seu filho não adormece rapidamente, quase todas as avós têm tendência para o acolher nos braços e o embalar. Se você se opõe, a avó tende a se onfender e dizer que o bebê tem necessidade de “colinho”. Explique que você é que estará todos os dias com o seu bebê e que não tem tempo para o adormecer desse modo. A rotina do seu bebê tem de estar de acordo com as suas necessidades.

- Se o seu filho não quer comer, a avó entrará em pânico. “Tem que obrigalo. Assim, vai adoecer”. Se comenta com ela que o pediatra diz que as crianças sabem o que devem comer e que não devem ser forçadas a fazê-lo, provavelmente aconselhá-la-á a mudar de pediatra.

Estes são alguns dos exemplos, muito embora pudéssemos enumerar muitos outros. Se você permitir que as avós se intrometam nos primeiros dias, elas "tomarão as rédeas" da educação do seu filho. A decisão da escolha do pediatra, a escolha da creche, as rotinas do bebê terão de estar de acordo com o que os pais consideram melhor para o seu filho e não com o que os avós pensam ser melhor para o seu neto.

É saudável para qualquer criança ter uma boa relação com os avós e em nenhum momento esta relação deve ser posta em causa. Contudo, recomenda que os avós entendam que mesmo que a criança fique em sua casa, devem respeitar as normas estabelecidas pelos pais.

Pais após os 35: A Barreira dos 35

redação Universo Familia

Pais
depois dos 35


Convém, no entanto, desdramatizar o fator idade. ''Convencionamos os 35 anos porque há vários estudos que mostram que é mais difícil engravidar aos 35 do que aos 25 anos, mas também é mais difícil aos 37 do que aos 35'', desmitifica Alexandre Lourenço.

Quanto às complicações da gravidez, existe uma idade a partir da qual os especialistas estabelecem uma viragem. ''O aparecimento de anomalias nos cromossomas do feto são mais comuns após os 35 anos, por isso se recomenda a amniocentese a partir dessa idade''.

Procurar ajuda

Após um ano de tentativas de concepção sem obter uma gravidez, o casal é considerado infértil e inicia o primeiro patamar de exames de diagnóstico. No entanto, ''Se tem 35 anos deve procurar ajuda médica logo após seis meses de tentativas sem engravidar, especialmente porque os centros hospitalares públicos encerram as listas para os tratamentos de infertilidade aos 37 anos'', refere Alexandre Lourenço.

No caso de uma mulher ''Em que lhe tenha sido retirada uma trompa ou que tenha ciclos menstruais irregulares, ou de um homem, que tenha tido um traumatismo no testículo ou cuja profissão ponha em risco a fertilidade, é aconselhável antecipar alguns exames para prevenir o problema'', esclarece.

Pais após os 35: Periodo fértil

redação Universo Familia


Pais
depois dos 35


Embora não seja possível aumentar a fertilidade da mulher é possível tirar o máximo partido da probabilidade de engravidar em cada mês, se estiver atenta ao seu período fértil.

''Se os ciclos menstruais são regulares, deve ter atenção, no sentido de nas épocas de maior fertilidade do ciclo não as deixar passar em claro'', recomenda João Luís Silva Carvalho.

Contudo, não deve condicionar a atividade sexual desse período. ''Deve ter uma atividade sexual regular, porque as contas nem sempre são bem feitas'', conclui o especialista.

Vida sexual

Vítor Cotovio, psicoterapeuta, alerta ainda para ''O fato de ter de haver uma maior objetividade ligada a determinadas alturas do mês não deve pôr em causa o lado mais afetivo, espontâneo e erotizado da relação, sob pena de estragar a qualidade relacional''. Por outro lado, não é por ter relações sexuais todos os dias, que irá engravidar mais facilmente.

''Os espermatozóides vão diminuindo e pode chegar à altura da ovulação com um número de espermatozóides rápidos menor do que aquilo que seria óptimo'', explica Alexandre Lourenço.

Ciclos irregulares

Se os seus ciclos não são regulares, consulte o médico. ''Uma mulher que menstrua de dois em dois meses, provavelmente, em vez de 12 ovulações num ano tem apenas seis e, portanto, tem menos hipóteses de engravidar e poderá ter de fazer estimulantes de ovulação'', explica Alexandre Lourenço.

''Se está tomando a pílula interrompa e tome dois meses antes para ter dois ciclos menstruais normais. Se, antes de tomar a pílula, os ciclos já eram muito irregulares é possível que continuem. Neste caso, vale a pena interromper tomando três ou quatro meses antes para se perceber isso'', acrescenta ainda.

Gerir as expectativas

Para evitar falsas expectativas é importante ter noção que, mesmo sem contracepção, a probabilidade de um casal perfeitamente saudável engravidar, no primeiro mês, é relativamente baixa. ''A fecundabilidade, isto é, a probabilidade de uma mulher engravidar a cada mês é de cerca de 20 a 25 por cento, até aos 33/35 anos. A partir daí começa a diminuir progressivamente de tal maneira que, aos 37/38 anos, a probabilidade é de cerca de 12 por cento por mês'', refere João Luís Silva Carvalho.

Pais após os 35: Medicamentos

redação Universo Familia


Pais
depois dos 35


Se esta fazendo algum tipo de tratamento informe o seu médico. ''Alguns medicamentos utilizados em doenças, como a depressão, podem inibir a ovulação e interferir na fertilidade.'', Disse.

O mesmo acontece em caso de disfunção da tiróide, pelo que esta deve estar muito bem equilibrada. ''Existem também medicamentos, nomeadamente para tratar a acne, que podem provocar mal-formações fetais e que tem que ser substituídos alguns meses antes de engravidar'', alerta.

''O tratamento com radiações ou quimioterapia, em alguns tipos de câncer, diminuem a fertilidade, podem tornar a mulher infértil e, quando realizado próximo da concepção, pode causar problemas no embrião», exemplifica Alexandre Lourenço.

Hábitos de vida

Evite o exercício físico exagerado e elimine o consumo de álcool e tabaco dois meses antes de engravidar. Estes podem provocar complicações na gravidez e diminuem a fertilidade, tanto na mulher como no homem. ''Mais de cinco cigarros por dia diminuem a fertilidade do homem e afectam o desenvolvimento fetal, nomeadamente em termos de peso'', explica Alexandre Lourenço.

O álcool tem também efeitos no homem quando em excesso.''Os doentes alcoólicos têm muitas vezes menos espermatozóides'', conclui.

O impacto do stress

A pressão vivida no quotidiano e provocada pelo receio de não engravidar afectam a fertilidade do casal, conforme explica Alexandre Lourenço.

''As situações de tensão que provocam uma grande libertação de catecolaminas, como a adrenalina, devem ser evitadas, interferem com a produção das hormonas implicadas na ovulação e afectam a fertilidade. Em casais ansiosos é frequente a gravidez surgir precisamente após um período de férias, em que o casal está mais descontraído e tem uma predisposição diferente para ter relações sexuais'', Finaliza.

Pais após os 35: Conselho de Especialista

redação Universo Familia


Pais
depois dos 35



Acabou de tomar uma das mais importantes decisões da sua vida, ter um filho!

Talvez por já ter passado a barreira dos 35 anos pode achar que não tem tempo a perder.

No entanto, para que tudo corra conforme desejado, é importante tomar algumas medidas antes mesmo de tentar engravidar. Para a ajudar, Alexandre Lourenço e João Luís Silva Carvalho, ginecologistas/ obstetras, reconhecem os principais cuidados pré-concepcionais, como tirar o máximo partido do período fértil e o que pode esperar desta fase da vida. Vítor Cotovio, psiquiatra e psicoterapeuta, fala sobre as mudanças que ocorrem na vida sexual quando o casal decide ter um filho.

O primeiro passo

Independentemente da idade, se decidiu engravidar, marque uma consulta pré-concepcional com o seu ginecologista. ''Nessa consulta é pedido um nível de exames basal que inclui uma citologia (exame Papanicolau), se não fez nenhuma há menos de um ano, algumas análises de rastreio, nomeadamente ao VIH-Sida, hepatite, toxoplasmose, e, eventualmente, uma ecografia'', explica Alexandre Lourenço.

O homem não está incluído nestes exames, mas pode, e deve, acompanhá-la. ''A concepção é um momento importante e o seu filho deve nascer no melhor ambiente possível'', conclui.

O peso da dieta

A fertilidade humana tem vindo a diminuir por virtude de factores ambientais, entre eles a alimentação, ''porque o gado, os frangos que nós comemos são alimentados com hormonas e antibióticos'', explica João Luís Silva Carvalho. No entanto, a nível individual não há nenhum estudo que prove a inf luência da alimentação e, portanto, aquilo que se recomenda é que siga ''uma alimentação cuidada e variada, rica em vitaminas, com muitos vegetais'', aconselha Alexandre Lourenço.

Também deve se aproximar o máximo possível do seu peso ideal. ''As mulheres muito magras e as mulheres muito obesas têm mais dificuldade em engravidar'', explica Alexandre Lourenço.

Atividades para Crianças de 5 a 6 anos

redação Universo Familia

BRINCAR E APRENDER

Se eu fosse...
O que a criança faria se fosse outra coisa qualquer? Descubram juntos este jogo tão divertido!

Capacidades Cognitivas:
Capacidades cognitivas/de pensamento
Criatividade e imaginação
Expressão emocional
Desenvolvimento da linguagem e vocabulário
Auto-consciência
Interacção social

Mecânica da atividade:
1. Recorte imagens de vários animais, criaturas, objectos, locais, e outras coisas que estimulem a imaginação da criança.
2. Coloque as imagens numa pilha, viradas ao contrário.
3. Pergunte à criança: "O que Você faria se fosse. . .?"
4. Peça à criança que vire ao contrário a primeira imagem e que termine a frase.
5. Depois, peça que descreva o que a criança faria se ela fosse o objecto representado na imagem. Peça que represente o papel, se ela quiser!
6. Continue jogando até as imagens chegarem ao final.
7. Para maior diversão, brinque também!

Segurança: Não crie situações demasiado assustadoras.


Sequências

Ensinar à criança a organizar objetos em sequência ajuda a organizar o seu mundo.

Materiais:
• Objetos que podem ser organizados em sequência:
• Lápis partidos, do mais pequeno para o maior
• Botões, do mais pequeno para o maior
• Pauzinhos, do mais pequeno para o maior
• Latas, da mais pequena para a maior
• Objetos coloridos, do mais escuro para o mais claro
• Brinquedos, do mais pequeno para o maior
• Bonecas

Capacidades Cognitivas:
Causa e efeito
Lidar com ansiedade causada pela novidade
Permanência dos objectos
Interacção social

Mecânica da atividade:
1. Reúna vários objectos que possam ser organizados em sequência.
2. Coloque numa pilha no chão ou sobre a mesa.
3. Se sente em frente à criança com a pilha entre vocês os dois.
4. Explique como é que os objetos podem ser organizados, do mais pequeno para o maior, do mais claro para o mais escuro, ou outros opostos.
5. Peça à criança que organize os objectos alinhando-os numa fila.
6. Se a criança estiver com dificuldades, reveja o princípio da organização e ajude-a a escolher qual o objeto que vem a seguir.
7. Reúna um novo grupo de objetos e repita.

Segurança: Certifique-se de que os objetos são seguros para a criança manusear.

Chupeta ou Dedo?

redação Universo Familia

É uma das dúvidas que todos os recentes papais e mamães têm. Se por um lado, é normal que o bebê tenha o vício de chupar no dedinho desde que estava na barriga da mãe, por outro, a chupeta pode ser dada pelos pais ao filho desde cedo.

Os bebês estão habituados a chupar no dedo desde o útero materno. Há até quem consiga ver numa ecografia de rotina o filho a sugar no dedo, o que acaba por ser um momento especial para a maioria dos pais. É uma imagem que marca e entusiasma os pais por se conseguir ver tão nitidamente. Há crianças que ganham este hábito e assim continuam ao longo da vida, até aos quatro, cinco anos.

Alguns especialistas justificam o ato de chupar no dedo como uma forma da criança libertar a ansiedade e o stress. A utilização do polegar para chupar, como substituto natural da chupeta, pode ser “perigosa” pois, este hábito é difícil de abandonar e, aí sim, poderão surgir algumas deformações futuras na implantação dentária ou no paladar.

As chupetas

Algumas crianças são imediatamente confrontadas com as chupetas, muitas delas, coloridas, originais, com formas de animais e apelativas. Muitos pais já tem várias chupetas no enxoval do bebê e oferecem desde de quando a criança já tem apenas um mes, muitas vezes, na maternidade. A chupeta é também uma forma eficiente de acalmar o bebêzinho quando ele costuma chorar muito.

Durante os primeiros dias da sua vida e enquanto permanece no hospital, é normal que os médicos prefiram que a criança não utilize a chupeta pois, desta forma, poderia dificultar a assimilação deste reflexo, como suporte à sua sobrevivência: à amamentação!

Após o nascimento do neném e quando o mesmo se está a habituar a mama da mãe, a introdução da chupeta poderá dificultar este processo. Depois da amamentação já estar estabelecida, poderá usar chupeta à vontade.


Como escolher uma boa chupeta?

- Não há um formato adequado de chupetas para a boca da criança (são os bebês que devem escolher o modelo que mais lhe agradar), mas é importante escolher uma chupeta com boa concepção e, sobretudo, segura.

- Conheça o material com que são feitas as chupetas e saiba as suas especificidades.

- Material da argola - Especialmente importante quando os bebês começam a pôr se de pé. O material deverá ser flexível para não magoar a boca em caso de queda. - Com encerramento automático em caso de caírem ao chão permitem que não se sujem.

- Luminosas de noite permitem ao bebê encontrá-las mais facilmente.

Sugestões

Não desvalorize a tristeza que o seu filho sente.

As crianças estão no início de um percurso de desenvolvimento pessoal, ao longo do qual irão formar as suas defesas psicológicas. É importante que se fortaleçam internamente, mas também precisam de um apoio para que se sintam seguras e amadas pela família.

Estimule-o a desempenhar atividades em que seja bem sucedido

O fortalecimento da auto-estima é fundamental para a recuperação de uma criança deprimida, portanto estar atento a tudo onde se consiga pegar por forma a valorizá-lo.

Não o pressione para falar. Espere pelo momento certo.

Abrace-o, beije seu filho, abrace, e diga-lhe que percebe a sua tristeza e, acima de tudo, está disposto a ouvir o que se passa quando ele quiser desabafar com você. Assim o seu filho sentir-se-á livre para o fazer quando achar que lhe é menos penoso.

Faça-o sentir que pode contar consigo

As crianças são sempre muito receptivas ao carinho. Aposte em grandes doses de amor e de carinho, pois será meio caminho andado para que o problema se resolva. Passeie, divirtam-se em conjunto, fale com ele sobre a sua vida e acentue o fato de também já ter passado por momentos difíceis na vida, mas sempre ter conseguido encontrar soluções adaptadas.

"Ninguem Gosta de mim"

Numa criança com mais idade, a depressão assume outros contornos. Algumas verbalizam a sua angústia de modo direto, afirmando que ninguém gosta delas. Esta queixa é comum entre os 6 e os 12 anos, altura em que já existe consciência da popularidade e a rejeição passa a ser fortemente sentida.

É obvio que depois se forma um círculo vicioso, já que uma criança deprimida tende a isolar-se das outras e o mais certo é que venha também a sentir a rejeição por parte dos outros meninos.

Por este motivo, é importante que os pais se mantenham atentos já que a falta de amigos é um dos sinais que apontam para a existência de uma depressão. Há uma incapacidade em se divertir enquanto os outros jogam futebol animadamente, o deprimido senta-se e brinca sozinho. Raramente são escolhidos para as equipes da escola e difícil integrar um grupo de trabalho.

Podem ter uma aparência triste e chegar ao choro, apresentarem um comportamento agitado. Sonolência ou dificuldades em dormir, são igualmente sinais de alerta que podem apontar para a existência de uma depressão infantil.

A par de tudo isto, há também as queixas de dores, de cabeça, de barriga, nos músculos, assim como é frequente a perda de apetite. A depressão na criança mais crescida abrange tanto a esfera emocional, como a parte alimenticia.

Os pensamentos tornam-se muitas vezes ruminantes isto é, funcionam em circulo fechado não havendo meio de os fazer parar. Estes pensamentos impedem de estarem disponíveis para aprender, pelo que o o mal desempenho escolar é frequente.

Podem dizer que gostariam de morrer, mas felizmente poucos são os que chegam a extremos. No entanto, uma criança deprimida tem tendência para sofrer acidentes ou atravessar a rua sem olhar para os lados, porque está envolvida nos seus pensamentos ou porque a vida deixou dar prazer.

Como ajudar ?

É necessário reter a ideia de que a tristeza e depressão, constitui um apelo, um meio que a criança encontrou para manifestar o seu desconforto interior. No caso de persistirem ou aumentarem com o tempo, ela deverá ser observada por um Psicoterapeuta.

Cabe aos pais e educadores manterem-se atentos a estes sinais e sintomas, para que prestem ajuda ou, em casos mais graves e prolongados, procurem ajuda especializada. Além disso, os pais podera necessitar de ajuda para compreenderem o que se passa com o seu filho e a encontrar estratégias mais eficazes de resolver o problema.

Discussões familiares

redação Universo Familia

Como afetam as crianças?

Quando os desacordos se transformam em discussões entre o casal, infelizmente é comum que estas acabem por decorrer na presença dos filhos. Os desacordos e os conflitos são muito comuns nas famílias. Não tem no entanto que resultar em discussões agressivas, verbal ou mesmo fisicamente. Os conflitos são momentos importantes de crescimento e evolução, desde que os intervenientes saibam geri-los adequadamente, e não entrem numa escalada que não conduz a nenhuma solução.

Em escalada

Quando os desacordos se transformam em discussões entre o casal, infelizmente é comum que estas acabem por decorrer na presença dos filhos. Há uma considerável lista de fatores que contribuem para as dificuldades conjugais.


Dificuldades financeiras, diferenças de educação, formação profissional, estilo de vida e objectivos (ambição, posição social), problemas sexuais, infidelidade, beleza física, idade, nascimento e educação dos filhos, questões relacionadas com a personalidade e problemas psicológicos, diferenças de valores e de fé, etc. É importante perceber que ver os pais discutir é uma situação bastante difícil para uma criança. Muitas vezes sente-se responsável pela discórdia, e o medo de uma possível separação está sempre presente.

O bem-estar da criança sempre primeiro

É fundamental que, tal como em muitas outras situações, os pais consigam ter esta consciência e colocar os interesses e o bem-estar da criança à frente dos seus problemas ou dificuldades. Muitas das discussões são evitáveis e, se não o forem, poderão ser tidas em outro momento e local, em que a criança não esteja presente. Para os pais conduzirem uma boa educação da criança, o mais importante será a compreensão mútua e a capacidade de entendimento e de chegar a acordo relativamente às questões da educação do(a) filho(a), para que as discussões possam ser evitadas ao máximo. Cada um dos pais terá a sua própria maneira de enfrentar as situações.

Essa forma individual de lidar com as questões está relacionada com a história pessoal, com as experiências anteriores, com a ideia que cada um tem de si mesmo e do mundo e, obviamente, com o modelo familiar em que cada um cresceu. A questão é que nem sempre os modelos de ambos são coincidentes. Quando tal acontece, é necessário conciliar ideias, atitudes, sentimentos. Quando se trata de tomar decisões relativas à criança, o que deve prevalecer é o diálogo sobre o que fazer e o acordo sobre as condutas a seguir.

As condutas

Quando, mesmo assim, as discussões ocorrem e as crianças percebem, é essencial que os pais procurem explicar à criança, serenamente e de modo a evitar que ele tome o partido de um dos pais, o motivo da discussão e que não tem a ver com ela. É importante ter em conta que um ambiente familiar de discussões, agressão, hostilidade e tensão é captado pela criança mesmo que esta tensão seja silenciosa, e é algo que não consegue entender. A tendência para querer que a criança tome um partido também pode existir, mas essencial que nenhum dos pais a encoraje a decidir qual dos dois tem razão. A longo prazo, os pais que permitem que os filhos os usem desta forma vão ter grandes dificuldades em exercer a sua autoridade.

A instabilidade

As crianças que assistem frequentemente a discussões familiares aprendem a isolar-se e acabam por se habituar à instabilidade. Muitas vezes, usam as divergências paternas em seu favor, o que só acontece porque ainda não possuem capacidade de elaboração do seu próprio sofrimento, sendo essa a maneira mais direta de o evitar. Tornam-se manipuladoras e ganham ferramentas semelhantes para resolverem os seus próprios conflitos. Assim, é essencial que os pais evitem envolver os seus filhos nos seus problemas.

Um homem e uma mulher que decidem viver juntos e construir uma família embarcam num projecto de vida comum. Quando decidem ter um filho, embarcam num outro projeto, que é interdependente do primeiro: o de fazer nascer outra vida, que vai depender deles durante muito tempo. Construir uma família feliz e saudável, em todos os aspectos, implica ter consciência do esforço e das mudanças constantes que são necessárias. É muito importante que o casal fortaleça o vínculo que os une, o que não se reflete na quantidade de tempo que passam juntos, mas sim na sintonia com que vivem cada momento, e na forma como transmitem essa sintonia à criança.

Quando a esquizofrenia surge na adolescência

redação Universo Familia

Tipicamente é ao longo da adolescência ou início da fase adulta, que os primeiros sintomas aparecem, sendo que nos rapazes a doença tende a manifestar-se mais cedo. A adolescência é, ela própria, uma fase de profundas alterações em que os jovens oscilam de humor com muita frequência e podem ter comportamentos e atitudes fora do comum.

A mudança de escola, a escolha da carreira ,ou o ingresso na Universidade com a subjacente carga de ansiedade, são fatores que podem sobrepor-se à doença. Este cenário levanta o perigo de se confundirem os sintomas da esquizofrenia com uma crise de crescimento.

Há que fazer também a distinção entre um adolescente esquizofrénico e outro, que sendo igualmente perturbado, não chega a ter uma carga tão forte em termos de psicopatologia.

Em regra, quando não há um quadro de esquizofrenia, os temas rondam em torno das preocupações comuns dos seus pares: corpo, o namoros, autonomia das figuras parentais e sexualidade.

Embora a angústia esteja presente, o fato é que não invade totalmente a vida do jovem e permite que alguns campos funcionem isto é, por exemplo, que hajam relações de amizade.


Atenção ao isolamento!

É natural que o adolescente um dia esteja feliz e no outro se apresente pensativo, chegando a passar longas horas fechado no quarto. A situação passa a ter alguma gravidade quando se torna frequente.

O fato do esquizofrénico não ter amigos, não se deve a uma questão de timidez, mas sim a uma desconfiança quanto às reais intenções dos que o rodeiam. Acredita que pode ser prejudicado direta ou indiretamente por todos, desconfiança que se vai estendendo a outros campos.

A preocupação com o corpo é constante, mas a angústia não se deve a uma borbulha mais inconveniente e inestética, mas sim à convicção de que alguém lhe coloca coisas na comida que o envenenam progressivamente e que, por isso mesmo, o seu corpo apresenta mudanças.

Este distanciamento em relação à realidade leva a que o jovem viva centrado em si mesmo e em permanente alerta em relação ao exterior. Em consequência, deixa de se preocupar com a sua aparência física ou mesmo com a higiene.

Fazer com que um adolescente saudável tome banho é uma tarefa fácil, quando comparada com o que é fomentar a higiene de um doente com esquizofrenia.

De quem é a culpa? Inconscientes do peso que criam, os pais tendem a dar exageradas responsabilidades aos seus filhos. Muitas vezes é sempre normal ouvimos dizer, “Toma conta de seu irmão, por que você é mais velho”. Será que ser o mais velho chega para tomar conta de outro? Não chega efetivamente, normalmente a diferença de idade entre os filhos é pequena e o mais velho não tem maturidade para assumir tamanha responsabilidade.

Quando falamos em assumir, é uma questão retórica, até porque ninguém lhe perguntou se ele queria tomar conta do irmão, e mesmo que tivessem perguntado, como podemos delegar este tipo de responsabilidade numa criança a quem não reconhecemos sequer maturidade para escolher os ingredientes da sopa? Devemos as vezes responsabilizar nossos filhos, mas apenas tarefas seguras para todos, ou pelo menos de risco reduzido e controlado.

A partilha da responsabilidade é fundamental numa família mas é importante que os pais percebam que a responsabilidade primeira é sua, e se a responsabilidade que foi passada a criança for mal, o erro de avaliação também e seu. Para potenciar o desenvolvimento das nossas crianças devemos leva-los a sentir alguma responsabilidade e que terá de se iniciar com questões simples como manter os livros arrumados ou garantir que não existem espalhados pelo chão objectos que provoquem quedas ou se possam partir. Quando estas responsabilidades estiverem adquiridas, podemos passar para a alimentação de animais, só depois, muito depois, poderá ter responsabilidade de tomar conta de outra criança.

Viva um Casamento Perfeito

redação Universo Familia

Muitas pessoas me procuram no consultório, ou me pedem dicas por e-mail, sobre como ter um casamento feliz, agora eu vou te falar das dicas para o seu casamento, ou se você não é casado já ter uma experiência de como funciona uma linda união.

1) Ser amigo da esposa, ou amiga do marido á cima de qualquer coisa, mesmo o marido ou a esposa esteja errado, ou de forma carinhosa, amorosa, e com mais carinho explique qual é o certo, em momento algum maridos, e esposas, ou pessoas que ainda não se casou trate com falta de educação o seu parceiro ou sua parceira.

2) Nunca se limite em dizer o quanto ama seu companheiro, ou sua companheira, Nunca é tarde para recomeçar tudo de novo, passear, conversar, jantar fora, ir ao cinema, é essencial para um casamento feliz, um casamento amigo. Nunca fique trancados em casa, sempre saia, mesmo que seja num final de semana, aproveite o casamento se divertindo, nas férias aquela viagem inesquecivel.

3) Não deixe os problemas desgastar sua relação, dívidas, problemas com filhos, isso é uma coisa, casamento é outra, para o Amor não existe problemas, lembre se tudo na vida tem solução, por isso, nunca abale seu casamento por coisas pequenas.

4) Amar á cima de tudo, quem ama não maltrata, quem ama defende á cima de tudo, faz tudo para demonstrar um verdadeiro amor, uma forma de gratidão, por isso ame seu parceiro ou sua parceira.

Casar é uma dádiva divina, Lembre se, essa pessoa que você se casou foi o destino que tratou de os unir, essa pessoa que você convive é sua metade, é seu amor, é o seu outro lado, Por isso, Casar é dadiva de Deus.


A roupa e os sapatos que não deve comprar

Quando for comprar roupa com o seu filho, não faça todas as vontades da criança. Nunca compre roupas apertadas ou que tenham exatamente o tamanho da criança.

Procure modelos mais folgados, mas sem exageros, que permitam uma maior liberdade de movimentos. Peças de roupa que se enruguem facilmente, como as de linho, que terão um aspecto desgastado passado pouco tempo de serem vestidas, também são de se evitar.

Excluídas estão também roupas que retenham a transpiração e impeçam os movimentos das crianças. Sedas sintéticas ou tecidos que não permitem a evaporação do suor, para ocasiões especiais, como festas ou casamentos, também devem ser riscados da lista.

Sapatos apropriados

O calçado também é da maior importância. Lembre-se que os membros inferiores têm a difícil tarefa de suportar o peso do nosso corpo e de o locomover diariamente, logo é fundamental que se sintam confortáveis.

"O tipo de calçado a escolher depende muito da idade da criança", realça a pediatra, no entanto, há três regras básicas: ser sólido, ser flexível e absorver bem a transpiração. Carlos Gouvea aconselha que a criança ande calçada desde o início da marcha:

"Os sapatos apropriados para crianças que estão a começar a andar devem ser fechados (no Verão pode optar sandálias fechadas) devem ter uma boa base, a palmilha deve ser mais elevada na parte interna e deve haver um ligeiro reforço da parede interna do sapato (contraforte interno)".

Comprimento certo

O tamanho do calçado deve ser adequado ao pé da criança, porque quando é demasiado pequeno magoa e impede o crescimento do pé, quando é grande pode originar bolhas e provocar quedas. Os sapatos devem estar bem ajustados ao pé, daí que os mais adequados para as crianças sejam aqueles que se ajustam à medida do pé.

Quanto ao material, "o melhor é o couro", Segundo o pedriatra. A pele deixa os pés respirar e é menos propícia ao aparecimento de bolhas do que a borracha e outros materiais sintéticos que devem ficar confinados à sola por serem materiais antiderrapantes.

Escolha o brinquedo de acordo com a idade e o desenvolvimento da criança e assegure-se que tem o símbolo CE.

Antes de comprar, leia todos os avisos e instruções. Se não existirem, opte por outro.

Antes de dar o brinquedo à criança retire-o da embalagem e passe a mão sobre o brinquedo e verifique se existe, pontas e bordos. Guarde a identificação do fabricante ou importador. Verifique se existem peças pequenas facilmente destacáveis e certifique-se de que as costuras impedem o acesso ao enchimento.

Evite brinquedos com cordas ou fios compridos. Evite ainda que os mais novos utilizem os brinquedos dos mais velhos. Ao adquirir patins, skates e afins, compre também o capacete, cotoveleiras e joelheiras.

Convivência entre irmãos

redação Universo Familia

É Normal acontecer brigas entre irmãos, mais isso acaba com a convivência familiar. Vamos por um basta nisso?

Irmãos novos X Irmãos mais velhos
Quando o irmão mais velho provoca o mais novo, é por que ele sente ciumes dos pais com o irmão, normal. O Certo é, carinhar, da amor, atenção, da mesma forma, e em momento algum negar carinho para ele por ele ser mais velho, Isso se chama separação, A Criança pode pensar que você gosta mais do irmãozinho mais novo do que dele, Então, para ser um bom pai e uma boa mãe de ambas partes sempre trate os dois com imensa igualdade. Fazendo isso as brigas acabam, e o mais velho reconhece que é tudo igual. Agora, se o mais novo provocar, O Certo é ensinar a ele a respeitar o irmão, colocando de castigo e tirando as coisas que ele gosta, assim as brigas acabam de vez.

Irmãos da mesma idade
Se for da mesma idade e um provocar o outro, sempre seja rigoroso ou rigorosa com as regras, coloque de castigo explique o motivo, e imponha suas regras como "Não quero mais que você provoque seu irmão", Agora se a briga for de ambas partes, coloque os dois de castigo exigindo desculpas um ao outro, Seja rigoroso no castigo e nas coisas que a criança gostar, Assim ele aprende que ja mais pode brigar com seu irmão, Sempre ensine a ele que nada se consegue gritando, brigando e se esmurrando e sim na base da educação e da conversa.

Irmãos adolescentes
Neste caso, é sempre bom sentar e ouvir ambas partes, Se caso ouver algo que você descorda aproveite e fale, Coloque os dois frente a frente para eles falarem o que não esta gostando, e faça os dois prometer que ira trabalhar para melhorar, Para os adolescentes o castigo é tirar algo que adoram para compensar a briga, Assim eles percebem que cada vez que brigam perdem algo por dias, ou até mesmo por meses, Não tenha medo de procurar uma ajuda psicologica se caso a briga continuar.

Jovens X jovens
É sempre normal irmãos ou irmãs brigarem por namoro, Neste caso, é essencial ensinar que irmãos são somente eles, e namorada ou namorado tem aos montes, E faça os dois terminarem o relacionamento e voltarem a ser amigos. Se caso não melhorar, recomendo um tratamento psicologico aos dois.
Familia e Casamento

Familia e casamento as vezes acostuma dar certo, Mais eu ainda não cheguei aonde eu quero. Primeiro, quando existe aquele clima de namoro, a familia do marido ou da esposa, se torna perfeira, aceita o relacionamento, tudo esta mil maravilhas, em alguns casos isso não é assim, depois do namoro, noivado, casamento, justamente quando existe uns meses de casamento os familiares de ambos começa a palpitar na vida do casal.Um familiar da um palpite, uma opinião, é aceita por um mais não por outro, É justamente nessas opiniões que começa o desconforto familiar.

Opiniões de fora, ajuda?
Não, as opiniões de fora não ajuda de forma alguma, pelo contrário, pode acabar estrovando, Faça sempre o possivel para resolver as coisas entre o marido a mulher e os filhos, Opinião familiar geralmente não acostuma ser bem vindo em um relacionamento, é importante sempre prezar as opiniões de fora sem ficar nervoso, mais lembrando sempre nunca se deixe levar por opiniões de fora e faça o oposto que já tinha combinado com o parceiro ou a parceira, Sempre valorize as opiniões feitas e aprovadas por você e seu esposo ou sua esposa.

A Sogra
Utimamente eu não ando recebendo muitos e-mail de pessoas com problemas com sogras, mais é essencial que a sogra se mantenha neutra diante de uma opinião da nora ou de seu genrro.

Cunhado
Eu atendi um caso de um marido extremamente nervoso, por que sua esposa não aceitava seu cunhado dormir em sua casa, Eu aconselhei a ele entrar em um acordo com sua esposa e ver se realmente ele pode dormir, se a palavra dela for não eu o aconselhei a não dar o poso para o irmão.

Existe cunhados que não se dão bem, principalmente cunhadas mulheres, tudo por que ainda pensa que o irmão pode ficar achando as amigas bonitas, ou pode ainda ter amigas mocinhas, Ja mais faça isso, você pode estar causando uma imensa tristesa em sua esposa. Existe cunhados que pensa que a irmã é empregada, ou até mesmo sua mãe, Faça o possivel, entre em uma concordia com seu marido para reconhecer o que pode ser feito, lembre se armonia no casamento em primeiro lugar, ja mais brigue ou tente forçar a barra, O que pode ser satisfação para você se torna insatisfação á seu parceiro.

Sogro
A Presença do sogro é importante, mais quando o sogro é amigo da esposa ou do marido, em vários casos que já atendi sempre o sogro dando palpites na vida da filha, Na minha opinião sogro e sogra já foram felizes nos primeiros meses de casamento, aproveitaram o casamento, agora é a vez de deixar os filhos avontade, deixar os filhos terem suas próprias opiniões, seus próprios problemas, e ja mais se interferir em brigas de casais, sempre se manter neutro.

Outros familiares
É sempre bom se reunir com os familiares, mais quando existe uma certa frequencia de familiares na casa do casal começa a perder a privacidade, por isso, nunca seja grosseiro, mais evite receber familiares em casa, o casamento pode perder o sentido, diante de várias opiniões, várias sugestões, Sempre mantenha armonia no seu lar, é uma delicia receber familiares, mais num dia marcado ou até mesmo em um final de semana.

Consequências psico-emocionais do abortamento espontâneo e morte fetal

redação Universo Familia

Enfrentar e ultrapassar um aborto é uma tarefa que coloca em causa o equilíbrio psicossomático da mulher.

A gravidez e um momento especial na nossa vida, uma experiência única para nós mulheres, para o seu esposo e para a família em geral. Época plena de mudanças e descobertas de emoções e comportamentos até ai desconhecidos, novas identidades, novos significados existenciais e novos papéis.

Momento de gravidez é também gerador de novas exigências e necessidades afectivas em relação aos outros, em particular, ao filho, a quem a mulher se sente ligada desde o inicio por uma relação de dependência mútuo e progressiva.

Segundo a teoria de vinculação, o desenvolvimento de relações afetivas corresponde a um processo psicológico normativo, adquirido ao longo da evolução filogenética e fortemente enraizada no reportório humano.

A figura de vinculação é permanente fonte de segurança para a criança. Quando se sente ameaçada, busca proteção e conforto junto da mãe, revelando comportamentos de vinculação como o aproximar-se, o choro ou procura de contato.

Tradicionalmente, prevalecia a ideia de que a ligação mãe-bebê é iniciada por altura do nascimento, no entanto, e contrariando a imagem da passividade psicológica da mulher grávida em relação ao feto, é hoje consensual que se começa a formar durante a gravidez uma relação afetiva ao bebê.

Muito antes do nascimento, existe uma forte união, a mãe sente o seu filho como fazendo parte de si e partilhando consigo uma história recheada de experiências e momentos únicos, vividos a um nível íntimo e exclusivo.

A ligação afetiva é fortalecida ao longo da gravidez em particular a partir do segundo trimestre, altura em que os movimentos fetais começam a ser percebidos.

Por vezes a gravidez não corre bem e surge um aborto espontâneo. A impossibilidade de conhecer um bebê que se amou muito pode ser um evento extremamente complicado para a mãe, pai e a família. Quando ocorre a perda de um bebê, surge um período de dor e sofrimento que a mulher tentará ultrapassar. A perda de um filho é um processo de traumático ligado á perda de um objeto de amor.

Enfrentar e ultrapassar um aborto é uma tarefa que coloca em causa o equilíbrio psicossomático da mulher. A maioria das mulheres que sofre de aborto espontâneo consegue ultrapassar a perda, sem sofrer de perturbações psicológicas associadas. Mas o aborto pode ser bastante traumatizante, gerando perturbações psicológicas como a depressão e a ansiedade.

As mulheres que sofreram aborto espontâneo são consideradas um grupo de risco e devem ser acompanhadas se existirem indícios de sequelas psicológicas desse aborto. Alguns dos sintomas apresentados anteriormente são normais no período inicial e fazem parte do processo natural de luto. No entanto, alguns destes sintomas permanecem durante muito tempo, afetando ou comprometendo o regresso à vida normal. Algumas mulheres sentem que jamais poderão ultrapassar a perda.


O sinal de alarme existe quando uma criança em idade de se socializar não consegue fazer amigos, aprender adequadamente na escola, pedir ajuda quando necessita, falar em frente de outras pessoas, ou quando só se sente segura junto da mãe e tem grandes dificuldades em separar-se dela.

Nestes casos a timidez coloca a criança numa situação de isolamento que, quanto mais se consolidar, mais dificilmente poderá ser modificada. Nas escolas é fácil detectar as crianças que têm estas dificuldades, porque geralmente não brincam no recreio e não participam nas aulas. Muitas vezes este comportamento retraído não corresponde ao comportamento da criança em casa. Nas situações mais complexas pode chegar a haver mudismo, ou seja, a criança não fala quando está fora de casa.

Como ajudar a criança?

A ajuda que pode ser dada passa por criar sentimentos de confiança, elogiando as suas vitórias, desvalorizando os seus fracassos. É importante animá-la e motivá-la a desenvolver amizades, por exemplo, convidando amiguinhos para casa. Mas não pressionando para que mude. Deve ser evitado o rótulo de tímida e não permitir que outros o façam. No entanto, é também importante não a proteger em demasia, pois isso só reforçará o seu comportamento retraído e o sentimento de incapacidade.

É também essencial estimular a criança a falar sobre as suas emoções, sem a forçar nem repreender quando não o consegue. Não falar por ela, pois se aquilo que representa uma dificuldade para a criança é tão facilmente solucionado pelos pais, ela não sentirá um grande incentivo para modificar.

O caminho para a independência

Porque a confiança e a segurança que uma criança tem em si própria são construídas a partir de situações reais, conflitos e desafios que no decorrer de cada dia se vão apresentando, à medida que as crianças crescem, devem a pouco e pouco distanciar-se saudavelmente dos seus pais, para progressivamente se integrarem e desenvolverem no mundo dos adultos.

Disciplinas e Punições

redação Universo Familia

A questão da coerência é importante, por exemplo, no que se refere a bater na criança para a castigar. Os pais dizem-lhe que não deve ser agressiva nem bater nos outros e ao mesmo tempo castigam-na com uma palmada? A criança pode sentir injustiçada e não compreenderá essa contradição, desvalorizando o que os pais lhe dizem que está certo.

No entanto, a disciplina não implica apenas punições quando a criança faz algo que não deve fazer. Ao mesmo tempo que deve ser deixado claro o que não deve ser feito, também deve haver uma recompensa (que pode ser um simples elogio) para a boa conduta da criança. Fará a criança se sentir reconhecida e nada melhor do que dedicar à criança todos os dias momentos de atenção positiva para evitar, por um lado, chamadas de atenção inadequadas e, por outro lado, para criar oportunidades de interação positivas e agradáveis para a criança.

É muito importante que a criança perceba aquilo porque está a ser recompensada. O mesmo deve acontecer no que se refere às más condutas, ou seja, a criança deve compreender muito bem qual o motivo que despoletou a punição e quais são as alternativas corretas.

As implicações da ausência de atenção dos pais

Estes comportamentos são, por vezes, formas de chamar a atenção dos pais, uma vez que qualquer criança prefere a atenção que é dada por um comportamento inadequado do que a ausência de atenção.

Se os pais observarem melhor as suas crianças, perceberão que grande parte da sua teimosia está relacionada o seu crescimento e com o delimitar da sua individualidade e ideias próprias. Esta é uma fase importante no seu crescimento, para que desenvolva a sua autonomia e teste os seus limites.

Alguns exemplos e sugestões:

- Insiste em vestir uma roupa inadequada: separe duas ou três roupas possíveis e deixe que a criança escolha dentro dessas hipóteses aceitáveis;

- Recusa tomar banho: faça do banho um momento divertido e tente perceber se há algo que a assuste, como a água ou o champo nos olhos ou no rosto;

- Não deixa os pais conversarem com outras pessoas: pare um pouco a conversa e dê-lhe atenção ou deixe-a participar também;

- Não quer ir para a cama: leia uma história ou negocia com ela uma hora para ir para a cama (não compensa entrar em conflito por dez minutos);

- Quer dormir na cama dos pais: nunca deve permitir, fique um pouco com ela no quarto, leia uma história ou converse um pouco com ela;

- Não aceita um “não”: explique-lhe o porque do não, mantenha-se tranquila e ignore a birra, repetindo de vez em quando que já lhe explicou o porquê do “não”; o seu controlo ajudá a recuperar o seu próprio controle;

- Diz palavrões: a criança só repete o que ouve, por isso é importante ter cuidado na linguagem usada na sua presença; não se limite a repreender, explique porque é feio dizê-lo e que as palavras podem magoar tanto como uma palmada.

Morte

redação Universo Familia

Até aos três anos, a separação é o que mais preocupa a criança. O medo de ser abandonada pelos pais é uma constante, já que se sente desprotegida quando a mãe não está ao alcance dos seus olhos.

Isto porque é nesta fase que a exploração do meio se inicia, e pode assistir a um pássaro ser devorado por um gato. A morte, nesta altura, não é encarada como um fato permanente.

Para isso contribuem os desenhos animados em que o herói é imortal. A criança assiste a atropelamentos e explosões, sem que um ferimento seja visível. Por isso há que em conta os acidentes domésticos, já que não há a noção de perigo.

Depois dos cinco anos, a morte passa a ter um rosto e um corpo. Vulgarmente é um esqueleto que aparece para levar algumas pessoas. Esta faixa etária é particularmente vulnerável.

Já possuem alguma bagagem cognitiva que lhes permite perceber o que se passa, mas não têm meios de lidar com o facto em si. Sensivelmente aos nove anos, é que é adquirido o conceito de morte como um fenômeno biológico e irreversível.

Medo da morte

Não é raro que, caso se trate da morte de um dos pais, a criança tenha receio que o outro morra também. Esta angústia traduz-se frequentemente em comportamentos difíceis de entender.

Se a reação é de tristeza, não existem dificuldades em identificar a dor subjacente, mas existem crianças que se tornam distraídas, hiperactivas ou que tem súbitas explosões de agressividade.

É a outra face da depressão, que não sendo tão evidente, pode não ser imediatamente associada à perda. Outros ainda, apresentam sintomas orgânicos como dores de cabeça, vômitos, dores musculares, etc. Quando recorrem a um médico, nada é detectado, uma vez que se tratam de somatizações.

Estes comportamentos surgem mais frequentemente em famílias nas quais existe dificuldades em falar sobre o sucedido. Surgem, por vezes, regressões no desenvolvimento: voltam a fazer chichi na cama, querem usar chucha ou beber leite pela mamadeira.

Comportamentos caracterizados por excessiva dependência, são também frequentes. Querem estar sempre agarrados aos pais e não vão brincar. Podem ir buscar consolo num brinquedo ou cobertor que os passa a acompanhar para todo o lado.

Dormir na casa de um amigo - Uma Aventura

redação Universo Familia

As crianças aos quatro anos já deram grandes passos na socialização. Na escola e no parque tem os seus amigos preferidos e gostam de conviver e brincar com eles. No entanto, brincar na escola ou no parque não é o mesmo que darem canbalhotas juntos na mesma casa e no mesmo quarto.

Aos quatro anos as crianças começam a demonstrar o seu individualismo e as suas preferências e os pais devem mostrar que confiam nelas. Passar um dia em casa de um amigo e dormir no seu quarto, é uma experiência inesquecível para a criança e também para os pais.

Na primeira vez, os pais estão geralmente receosos e a criança está demasiado eufórica com a liberdade que lhe é oferecida. A criança sente-se independente e crescida mas os pais têm receio que ainda não esteja preparada para sair “debaixo das suas asas” e sentem alguns receios. Entre eles que:

-A criança chore durante a noite
-Faça chichi na cama
-Que obrigue os pais da outra criança a manterem-se acordados perante alguma birra
-Que queira voltar para casa....

Prevendo algumas situações, nesta primeira experiência os pais devem acautelar:
-Que a casa do amiguinho não fique muito longe da sua, para que o possam ir buscar a qualquer hora do dia ou da noite -Informar os pais da outra criança dos jeitinhos que o filho dorme
-Não esquecerem de colocar na sua bagagem o seu objecto preferido ( a criança pode estar habituada a dormir, por exemplo, com o homem aranha).
-Informar os pais da outra criança das preferências alimentares do seu filho
-Informar das suas capacidades a nível da sua higiene pessoal (sabe lavar-se sozinho- é preciso que o mandem escovar os dentes ...)
-Não consegue dormir com o quarto totalmente escuro ou vice-versa

Amigos do coração

Nesta fase as crianças demonstram geralmente a sua preferência por um único amigo e para que isso não aconteça os pais devem dar-lhes oportunidades para conviverem mais intimamente com várias crianças. Para isso devem convidar alguns amiguinhos para um lanche em sua casa, permitir-lhes que vão às festas de aniversário de outras crianças, permitir-lhes algumas atividades de grupo.

No entanto a primeira experiência “fora de casa” deve ser realizada com o seu amigo do coração.
Se a experiência decorreu sem problemas, os pais devem convidar o amigo para sua casa, para que também ele tenha a oportunidade de a viver partir desta altura a experiência pode alargar-se a um fim-de-semana em casa do amigo. Conviver com outra família em que os hábitos são diferentes da sua vai enriquecer os seus conhecimentos e forma de viver. Com estas experiências as criança tornam-se mais autônomas e menos dependentes dos pais para além de enriquecerem a sua personalidade.

Confiança

redação Universo Familia

A auto-confiança é um elemento essencial em todos os aspectos do desenvolvimento saudável do seu filho e um elemento fundamental no sucesso escolar.

A confiança é uma crença na sua capacidade de conhecer profundamente o seu corpo, o seu comportamento e os desafios que irá encontrar ao longo da vida.

As crianças que têm confiança em si próprias gostam de aprender novas capacidades e enfrentar novos desafios. Esperam também que os adultos sejam cooperantes e que apoiem os seus esforços.

A auto-confiança é também fundamental para a convivência com os outros e para resolver muitos dos desafios sociais— como a partilha, a competição e o fazer amigos – que as crianças encontram no ambiente escolar.

As crianças com auto-confiança vêm que os outros as apreciam e esperam que os relacionamentos sejam satisfatórios e divertidos.

E como se desenvolve a auto-confiança? Os bebês nascem sem qualquer sentido da sua existência como seres individuais e distintos. Aprendem a ser quem são primeiramente através das suas interações e experiências com outros.

Os principais prestadores de cuidados – pais, familiares, educadores e professores – refletem para as crianças as suas forças e características especiais únicas.

Em grande parte, o sentido de confiança de uma criança é formado e acarinhado (ou não) por aqueles que cuidam da criança. Observamos como a confiança aumenta ao longo dos primeiros três anos de vida:

- Um recém-nascido chora e é consolado pela mãe. O bebê percebe que é amado, importante e que merece ser reconfortado.

- Um bebé de 8 meses agita a boca e sorri com os sons que ouve. A pessoa que está com ele diz-lhe "Que gracinha, Meu amor." Este bebê fica sabendo que consegue resolver questões de forma inteligente.

- Uma criança de 1-2 anos pega num banco para chegar ao seu brinquedo favorito – o Celular do pai – que está em cima da mesa. "Não pode brincar com o meu celular," diz o pai, "Mais por que não brincar com isso?" entrega-lhe um celular de brincar com o qual a criança pode fingir que faz chamadas. Esta criança percebe que os seus interesses são importantes e que será respeitada e apoiada (dentro dos limites) por aqueles que a amam.

- Uma criança de 3 anos soluça quando os pais saem para jantar...sem a levar. Os pais ajudam a acalmar a criança e a ficar tranquila. Esta criança percebe que os seus sentimentos são importantes e que os pais estão atentos e respondem às suas necessidades quando está ansiosa.

Auto-Confiança em Seu filho!

redação Universo Familia

Em seguida irei apresentar algumas formas de potenciar a auto-confiança do seu filho através de interações diárias.

Estabeleça rotinas com o seu filho. Quando existem acontecimentos previsíveis, quando estes acontecem mais ou menos à mesma hora todos os dias, o seu filho sente-se seguro, protegido, confiante e com controlo sobre o seu mundo. Ele sabe, por exemplo, que primeiro está o banho, depois os livros, depois uma canção e depois está na hora de ir dormir.

Compreende o que se irá passar em seguida e prepara-se para estas mudanças. Se os acontecimentos do dia-a-dia forem aleatórios, isso poderá causar à criança um elevado nível de ansiedade.

Se a vida não fizer sentido, a criança poderá sentir-se mal amado e até assustada para explorar o mundo. Quando as crianças sabem o que esperar, sentem-se mais aptas a brincar, crescer e aprender.

Descubra, e permita, diversas oportunidades para brincar. Brincar é a forma que as crianças tem que descobrir coisas sobre si próprias, sobre os outros e sobre o mundo que as rodeia.

Através da brincadeira, as crianças aprendem também a resolver problemas e a desenvolver a confiança — descobrir a bola por trás do sofá, acertar na forma certa para encaixar na posição correta, fazer com que o boneco de mola salte da caixa.

Uma criança que aprende a premir um botão num brinquedo para ouvir um som agradável esta pronta para aprender que pode fazer com que as coisas aconteçam.

E também através da brincadeira que as crianças aprendem a conhecer os sentimentos dos outros, tentam novos papéis e resolvem sentimentos mais complexos.

Uma criança de dois anos que veste a roupa da mãe e finge que vai trabalhar poderá estar a tentar resolver os seus próprios sentimentos sobre a separação. Uma criança de três anos que brinca com os Power Rangers poderá estar a tentar ser mais assertiva, a dominar os seus medos ou a libertar sentimentos mais agressivos.

Permita que a criança comande a brincadeira – isso irá reforçar a sua confiança, a sua capacidade de afirmação e de liderança.

Ajude o seu filho a aprender a resolver problemas, mas não os resolva sempre por ele.

A partir de que idade a criança adquire o conceito de morte

redação Universo Familia

Até aos três anos, a separação é o que mais preocupa a criança. O medo de ser abandonada pelos pais é uma constante, já que se sente desprotegida quando a mãe não está ao alcance dos seus olhos.

Isto porque é nesta fase que a exploração do meio se inicia, e pode assistir a um pássaro ser devorado por um gato. A morte, nesta altura, não é encarada como um fato permanente.

Para isso contribuem os desenhos animados em que o herói é imortal. A criança assiste a atropelamentos e explosões, sem que um ferimento seja visível. Por isso há que em conta os acidentes domésticos, já que não há a noção de perigo.

Depois dos cinco anos, a morte passa a ter um rosto e um corpo. Vulgarmente é um esqueleto que aparece para levar algumas pessoas. Esta faixa etária é particularmente vulnerável.

Já possuem alguma bagagem cognitiva que lhes permite perceber o que se passa, mas não têm meios de lidar com o facto em si. Sensivelmente aos nove anos, é que é adquirido o conceito de morte como um fenômeno biológico e irreversível.

As crianças devem ir aos funerais?

redação Universo Familia

É sabido que é preferível chorar um morto que um desaparecido. A morte tem um local onde a veneração é passível de ser feita. O desaparecimento é a incerteza, o vazio total, o luto interminável.

No caso de acidentes graves, em que algumas pessoas entram em coma e outras acabam por falecer, a situação é semelhante. Ao acordarem do coma, ergue-se um vazio. Não existe um corpo que permita o teste da realidade, já que tanto o velório como o funeral, já aconteceram.

Muitas pessoas iniciam assim, um processo de luto patológico. É por este motivo que se aconselha a presença de toda a família nos rituais funerais. Deste modo, todos se apercebem do final e podem chorar a sua mágoa.

No caso das crianças, há que acompanhá-las de perto mas permitindo-lhes que estejam presentes. A expressão da dor, varia de pessoa para pessoa e assim é também com as crianças.

Algumas choram copiosamente, outras optam pelo silêncio.Se Constata que o pranto é tanto mais longo, quanto mais velha for a criança, possivelmente devido à consciência da irreversibilidade da situação.