A partir de que idade a criança adquire o conceito de morte
redação Universo Familia
Até aos três anos, a separação é o que mais preocupa a criança. O medo de ser abandonada pelos pais é uma constante, já que se sente desprotegida quando a mãe não está ao alcance dos seus olhos.
Isto porque é nesta fase que a exploração do meio se inicia, e pode assistir a um pássaro ser devorado por um gato. A morte, nesta altura, não é encarada como um fato permanente.
Para isso contribuem os desenhos animados em que o herói é imortal. A criança assiste a atropelamentos e explosões, sem que um ferimento seja visível. Por isso há que em conta os acidentes domésticos, já que não há a noção de perigo.
Depois dos cinco anos, a morte passa a ter um rosto e um corpo. Vulgarmente é um esqueleto que aparece para levar algumas pessoas. Esta faixa etária é particularmente vulnerável.
Já possuem alguma bagagem cognitiva que lhes permite perceber o que se passa, mas não têm meios de lidar com o facto em si. Sensivelmente aos nove anos, é que é adquirido o conceito de morte como um fenômeno biológico e irreversível.
Até aos três anos, a separação é o que mais preocupa a criança. O medo de ser abandonada pelos pais é uma constante, já que se sente desprotegida quando a mãe não está ao alcance dos seus olhos.
Isto porque é nesta fase que a exploração do meio se inicia, e pode assistir a um pássaro ser devorado por um gato. A morte, nesta altura, não é encarada como um fato permanente.
Para isso contribuem os desenhos animados em que o herói é imortal. A criança assiste a atropelamentos e explosões, sem que um ferimento seja visível. Por isso há que em conta os acidentes domésticos, já que não há a noção de perigo.
Depois dos cinco anos, a morte passa a ter um rosto e um corpo. Vulgarmente é um esqueleto que aparece para levar algumas pessoas. Esta faixa etária é particularmente vulnerável.
Já possuem alguma bagagem cognitiva que lhes permite perceber o que se passa, mas não têm meios de lidar com o facto em si. Sensivelmente aos nove anos, é que é adquirido o conceito de morte como um fenômeno biológico e irreversível.