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Irmãos mais velhos são mais 'Inteligentes', entenda melhor

redação Universo Família



Um estudo recente demonstrou que os filhos mais velhos desenvolvem níveis de quociente de inteligência (QI) mais elevados do que os seus irmãos mais novos, aspecto que levantou um debate sobre as dinâmicas familiares e a forma como estimulam a inteligência.

As novas descobertas mostraram que esta diferença não é causada por fatores biológicos mas sim pela interacção psicológica entre pais e crianças. O estudo sugere ainda que o desenvolvimento do QI é influenciado tanto pelo papel que a criança tem no seio da família como pelo benefício decorrente de ser responsável por outra pessoa, como um irmão mais novo.

Pais após os 35: A Barreira dos 35

redação Universo Familia

Pais
depois dos 35


Convém, no entanto, desdramatizar o fator idade. ''Convencionamos os 35 anos porque há vários estudos que mostram que é mais difícil engravidar aos 35 do que aos 25 anos, mas também é mais difícil aos 37 do que aos 35'', desmitifica Alexandre Lourenço.

Quanto às complicações da gravidez, existe uma idade a partir da qual os especialistas estabelecem uma viragem. ''O aparecimento de anomalias nos cromossomas do feto são mais comuns após os 35 anos, por isso se recomenda a amniocentese a partir dessa idade''.

Procurar ajuda

Após um ano de tentativas de concepção sem obter uma gravidez, o casal é considerado infértil e inicia o primeiro patamar de exames de diagnóstico. No entanto, ''Se tem 35 anos deve procurar ajuda médica logo após seis meses de tentativas sem engravidar, especialmente porque os centros hospitalares públicos encerram as listas para os tratamentos de infertilidade aos 37 anos'', refere Alexandre Lourenço.

No caso de uma mulher ''Em que lhe tenha sido retirada uma trompa ou que tenha ciclos menstruais irregulares, ou de um homem, que tenha tido um traumatismo no testículo ou cuja profissão ponha em risco a fertilidade, é aconselhável antecipar alguns exames para prevenir o problema'', esclarece.

Pais após os 35: Periodo fértil

redação Universo Familia


Pais
depois dos 35


Embora não seja possível aumentar a fertilidade da mulher é possível tirar o máximo partido da probabilidade de engravidar em cada mês, se estiver atenta ao seu período fértil.

''Se os ciclos menstruais são regulares, deve ter atenção, no sentido de nas épocas de maior fertilidade do ciclo não as deixar passar em claro'', recomenda João Luís Silva Carvalho.

Contudo, não deve condicionar a atividade sexual desse período. ''Deve ter uma atividade sexual regular, porque as contas nem sempre são bem feitas'', conclui o especialista.

Vida sexual

Vítor Cotovio, psicoterapeuta, alerta ainda para ''O fato de ter de haver uma maior objetividade ligada a determinadas alturas do mês não deve pôr em causa o lado mais afetivo, espontâneo e erotizado da relação, sob pena de estragar a qualidade relacional''. Por outro lado, não é por ter relações sexuais todos os dias, que irá engravidar mais facilmente.

''Os espermatozóides vão diminuindo e pode chegar à altura da ovulação com um número de espermatozóides rápidos menor do que aquilo que seria óptimo'', explica Alexandre Lourenço.

Ciclos irregulares

Se os seus ciclos não são regulares, consulte o médico. ''Uma mulher que menstrua de dois em dois meses, provavelmente, em vez de 12 ovulações num ano tem apenas seis e, portanto, tem menos hipóteses de engravidar e poderá ter de fazer estimulantes de ovulação'', explica Alexandre Lourenço.

''Se está tomando a pílula interrompa e tome dois meses antes para ter dois ciclos menstruais normais. Se, antes de tomar a pílula, os ciclos já eram muito irregulares é possível que continuem. Neste caso, vale a pena interromper tomando três ou quatro meses antes para se perceber isso'', acrescenta ainda.

Gerir as expectativas

Para evitar falsas expectativas é importante ter noção que, mesmo sem contracepção, a probabilidade de um casal perfeitamente saudável engravidar, no primeiro mês, é relativamente baixa. ''A fecundabilidade, isto é, a probabilidade de uma mulher engravidar a cada mês é de cerca de 20 a 25 por cento, até aos 33/35 anos. A partir daí começa a diminuir progressivamente de tal maneira que, aos 37/38 anos, a probabilidade é de cerca de 12 por cento por mês'', refere João Luís Silva Carvalho.

Pais após os 35: Medicamentos

redação Universo Familia


Pais
depois dos 35


Se esta fazendo algum tipo de tratamento informe o seu médico. ''Alguns medicamentos utilizados em doenças, como a depressão, podem inibir a ovulação e interferir na fertilidade.'', Disse.

O mesmo acontece em caso de disfunção da tiróide, pelo que esta deve estar muito bem equilibrada. ''Existem também medicamentos, nomeadamente para tratar a acne, que podem provocar mal-formações fetais e que tem que ser substituídos alguns meses antes de engravidar'', alerta.

''O tratamento com radiações ou quimioterapia, em alguns tipos de câncer, diminuem a fertilidade, podem tornar a mulher infértil e, quando realizado próximo da concepção, pode causar problemas no embrião», exemplifica Alexandre Lourenço.

Hábitos de vida

Evite o exercício físico exagerado e elimine o consumo de álcool e tabaco dois meses antes de engravidar. Estes podem provocar complicações na gravidez e diminuem a fertilidade, tanto na mulher como no homem. ''Mais de cinco cigarros por dia diminuem a fertilidade do homem e afectam o desenvolvimento fetal, nomeadamente em termos de peso'', explica Alexandre Lourenço.

O álcool tem também efeitos no homem quando em excesso.''Os doentes alcoólicos têm muitas vezes menos espermatozóides'', conclui.

O impacto do stress

A pressão vivida no quotidiano e provocada pelo receio de não engravidar afectam a fertilidade do casal, conforme explica Alexandre Lourenço.

''As situações de tensão que provocam uma grande libertação de catecolaminas, como a adrenalina, devem ser evitadas, interferem com a produção das hormonas implicadas na ovulação e afectam a fertilidade. Em casais ansiosos é frequente a gravidez surgir precisamente após um período de férias, em que o casal está mais descontraído e tem uma predisposição diferente para ter relações sexuais'', Finaliza.

Pais após os 35: Conselho de Especialista

redação Universo Familia


Pais
depois dos 35



Acabou de tomar uma das mais importantes decisões da sua vida, ter um filho!

Talvez por já ter passado a barreira dos 35 anos pode achar que não tem tempo a perder.

No entanto, para que tudo corra conforme desejado, é importante tomar algumas medidas antes mesmo de tentar engravidar. Para a ajudar, Alexandre Lourenço e João Luís Silva Carvalho, ginecologistas/ obstetras, reconhecem os principais cuidados pré-concepcionais, como tirar o máximo partido do período fértil e o que pode esperar desta fase da vida. Vítor Cotovio, psiquiatra e psicoterapeuta, fala sobre as mudanças que ocorrem na vida sexual quando o casal decide ter um filho.

O primeiro passo

Independentemente da idade, se decidiu engravidar, marque uma consulta pré-concepcional com o seu ginecologista. ''Nessa consulta é pedido um nível de exames basal que inclui uma citologia (exame Papanicolau), se não fez nenhuma há menos de um ano, algumas análises de rastreio, nomeadamente ao VIH-Sida, hepatite, toxoplasmose, e, eventualmente, uma ecografia'', explica Alexandre Lourenço.

O homem não está incluído nestes exames, mas pode, e deve, acompanhá-la. ''A concepção é um momento importante e o seu filho deve nascer no melhor ambiente possível'', conclui.

O peso da dieta

A fertilidade humana tem vindo a diminuir por virtude de factores ambientais, entre eles a alimentação, ''porque o gado, os frangos que nós comemos são alimentados com hormonas e antibióticos'', explica João Luís Silva Carvalho. No entanto, a nível individual não há nenhum estudo que prove a inf luência da alimentação e, portanto, aquilo que se recomenda é que siga ''uma alimentação cuidada e variada, rica em vitaminas, com muitos vegetais'', aconselha Alexandre Lourenço.

Também deve se aproximar o máximo possível do seu peso ideal. ''As mulheres muito magras e as mulheres muito obesas têm mais dificuldade em engravidar'', explica Alexandre Lourenço.

Neuroblastoma Infantil

redação Universo Família

Se observar um significativo aumento do abdómen, se o seu filho sentir dor abdominal e sensação de estar cheio, consulte o pediatra.

Sintomas

Um neuroblastoma é um dos tumores mais frequentes da infância. Pode se desenvolve num determinado tipo de tecido nervoso em qualquer local do organismo. Embora se desconheça a causa, este cancro às vezes encontra-se presente na família. Os sintomas dependem da génese do neuroblastoma e da sua extensão. Os primeiros sintomas, em muitas crianças, incluem abdómen distendido, sensação de enfartamento e dor abdominal.

Se o carcinoma invadir a medula óssea pode reduzir os valores de glóbulos vermelhos (provocando anemia), a quantidade de plaquetas (provocando hematomas) ou a quantidade de glóbulos brancos (reduzindo as defesas contra as infecções). Também se pode estender à pele, onde produz nódulos, ou à espinal-medula, podendo debilitar os braços ou as pernas. Uma elevada percentagem dos neuroblastomas produzem hormonas, como a adrenalina, que podem aumentar o ciclo cardíaco e provocar ansiedade.

Diagnóstico

É extremamente difícil obter um diagnóstico prematuro de um neuroblastoma. Se o câncer crescer o suficiente, o pediatra ou o oncologista poderá efectuar uma palpação e verificar volume do abdómen. A suspeita da presença de um neuroblastoma deve ser confirmada ou despistada, através da prescrição de uma ecografia, uma tomografia axial computadorizada (TAC) ou uma imagem de ressonância magnética (RM) do peito e do abdómen.

Outros recursos, consistem em efetuar uma análise à urina para detectar uma produção excessiva de hormonas similares à adrenalina. No caso de este se encontrar já disseminado, o médico pode recorrer a radiografias ou retirar possíveis amostras de tecido do fígado, do pulmão, da pele, da medula óssea ou do osso através de uma biopsia, que será posteriormente analisada por um anatomopatologista com o objetivo de poder clarificar melhor a situação em causa.

Tratamento

O tratamento depende de inúmeros fatores, da idade da criança, do tamanho do tumor e de este se ter ou não disseminado. As crianças com menos de um ano de idade e com tumores pequenos tornam o prognóstico mais favorável. Uma intervenção de forma atempada é a melhor esperança de cura. Se o câncer não se tiver disseminado, normalmente pode ser extraído através de acto cirúrgico.

Se o câncer for de grande proporção ou se tiver disseminado, podem ser utilizados medicamentos anticancerosos (quimioterapia), bem como a radioterapia. Em crianças mais velhas, o índice de cura é baixo, principalmente se o cancro se tiver disseminado.

Bebês á cima dos seis meses e Grávidas vascinados contra Gripe A

redação Universo Família


Bebés acima dos seis meses com problemas de saúde e grávidas vacinados contra Gripe A


Os bebês acima dos seis meses com doenças crónicas (respiratórias, cardiovasculares e imunodeficiência) deverão integrar o grupo prioritário de vacinação contra a gripe A H1N1. Deste grupo fazem também parte as mulhres grávidas e os funcionários que prestam cuidados de saúde.

O Comité de Segurança da Saúde da UE e as autoridades de alerta e resposta rápida adoptaram uma declaração proposta pela Comissão Europeia que define uma abordagem comum europeia para a identificação de grupos-alvo e prioritários para a vacinação contra a gripe A H1N1.

Quando este primeiro grupo prioritário for vacinado, prosseguir-se-à para a restante população, divulga a Comissão Europeia em comunicado.


Mortalidade Infantil sofre queda

redação Universo Família


Mortalidade infantil continua a cair


Em 2008, morreram cerca de 8,8 milhões de crianças com menos de cinco anos, o que significa uma redução de quase 4 milhões em relação a 1990.

Estes são dados revelados pela Unicef que concluem que a taxa de mortalidade nesta faixa etária sofreu uma queda de 28% desde 1990.

Porém, para Ann Veneman, diretora-executiva da Unicef, apesar desta redução significativa, é inaceitável que quase 9 milhões de crianças continuem a morrer todos os anos.

Segunda a organização, este declínio contínuo deve-se a uma combinação de fatores, tais como campanhas de vacinação, uso de redes mosquiteiras contra a malária, entre outros.

Segundo informação divulgada pelas Nações Unidas, os progressos estão a ocorrer um pouo por todo o mundo. África e Ásia ainda representam 93% de todas as mortes de crianças com menos de cinco anos no mundo.

ONU preocupa com jovens navegando na Internet

redação Universo Família


ONU preocupada com jovens que navegam sozinhos na Internet


A União Internacional das Telecomunicações (UIT), das Nações Unidas, Se mostrou preocupada com os jovens que navegam sozinhos na Internet e anunciou o lançamento de recomendações para garantir uma melhor proteção das crianças online.

''É uma das coisas mais importantes que a nossa geração deve fazer para proteger as nossas crianças", Disse o secretário-geral da UIT, Hamadoun Touré, no âmbito da Telecom World, uma feira de telecomunicações, que está a decorrer em Genebra, Suíça.

O responsável das Nações Unidas explicou que as recomendações da União Internacional das Telecomunicações podem ser consultadas na Internet e vão mudar de ano para ano, devido à rapidez com que o setor das telecomunicações se altera.

Chupeta ou Dedo?

redação Universo Familia

É uma das dúvidas que todos os recentes papais e mamães têm. Se por um lado, é normal que o bebê tenha o vício de chupar no dedinho desde que estava na barriga da mãe, por outro, a chupeta pode ser dada pelos pais ao filho desde cedo.

Os bebês estão habituados a chupar no dedo desde o útero materno. Há até quem consiga ver numa ecografia de rotina o filho a sugar no dedo, o que acaba por ser um momento especial para a maioria dos pais. É uma imagem que marca e entusiasma os pais por se conseguir ver tão nitidamente. Há crianças que ganham este hábito e assim continuam ao longo da vida, até aos quatro, cinco anos.

Alguns especialistas justificam o ato de chupar no dedo como uma forma da criança libertar a ansiedade e o stress. A utilização do polegar para chupar, como substituto natural da chupeta, pode ser “perigosa” pois, este hábito é difícil de abandonar e, aí sim, poderão surgir algumas deformações futuras na implantação dentária ou no paladar.

As chupetas

Algumas crianças são imediatamente confrontadas com as chupetas, muitas delas, coloridas, originais, com formas de animais e apelativas. Muitos pais já tem várias chupetas no enxoval do bebê e oferecem desde de quando a criança já tem apenas um mes, muitas vezes, na maternidade. A chupeta é também uma forma eficiente de acalmar o bebêzinho quando ele costuma chorar muito.

Durante os primeiros dias da sua vida e enquanto permanece no hospital, é normal que os médicos prefiram que a criança não utilize a chupeta pois, desta forma, poderia dificultar a assimilação deste reflexo, como suporte à sua sobrevivência: à amamentação!

Após o nascimento do neném e quando o mesmo se está a habituar a mama da mãe, a introdução da chupeta poderá dificultar este processo. Depois da amamentação já estar estabelecida, poderá usar chupeta à vontade.


Como escolher uma boa chupeta?

- Não há um formato adequado de chupetas para a boca da criança (são os bebês que devem escolher o modelo que mais lhe agradar), mas é importante escolher uma chupeta com boa concepção e, sobretudo, segura.

- Conheça o material com que são feitas as chupetas e saiba as suas especificidades.

- Material da argola - Especialmente importante quando os bebês começam a pôr se de pé. O material deverá ser flexível para não magoar a boca em caso de queda. - Com encerramento automático em caso de caírem ao chão permitem que não se sujem.

- Luminosas de noite permitem ao bebê encontrá-las mais facilmente.

Sugestões

Não desvalorize a tristeza que o seu filho sente.

As crianças estão no início de um percurso de desenvolvimento pessoal, ao longo do qual irão formar as suas defesas psicológicas. É importante que se fortaleçam internamente, mas também precisam de um apoio para que se sintam seguras e amadas pela família.

Estimule-o a desempenhar atividades em que seja bem sucedido

O fortalecimento da auto-estima é fundamental para a recuperação de uma criança deprimida, portanto estar atento a tudo onde se consiga pegar por forma a valorizá-lo.

Não o pressione para falar. Espere pelo momento certo.

Abrace-o, beije seu filho, abrace, e diga-lhe que percebe a sua tristeza e, acima de tudo, está disposto a ouvir o que se passa quando ele quiser desabafar com você. Assim o seu filho sentir-se-á livre para o fazer quando achar que lhe é menos penoso.

Faça-o sentir que pode contar consigo

As crianças são sempre muito receptivas ao carinho. Aposte em grandes doses de amor e de carinho, pois será meio caminho andado para que o problema se resolva. Passeie, divirtam-se em conjunto, fale com ele sobre a sua vida e acentue o fato de também já ter passado por momentos difíceis na vida, mas sempre ter conseguido encontrar soluções adaptadas.

"Ninguem Gosta de mim"

Numa criança com mais idade, a depressão assume outros contornos. Algumas verbalizam a sua angústia de modo direto, afirmando que ninguém gosta delas. Esta queixa é comum entre os 6 e os 12 anos, altura em que já existe consciência da popularidade e a rejeição passa a ser fortemente sentida.

É obvio que depois se forma um círculo vicioso, já que uma criança deprimida tende a isolar-se das outras e o mais certo é que venha também a sentir a rejeição por parte dos outros meninos.

Por este motivo, é importante que os pais se mantenham atentos já que a falta de amigos é um dos sinais que apontam para a existência de uma depressão. Há uma incapacidade em se divertir enquanto os outros jogam futebol animadamente, o deprimido senta-se e brinca sozinho. Raramente são escolhidos para as equipes da escola e difícil integrar um grupo de trabalho.

Podem ter uma aparência triste e chegar ao choro, apresentarem um comportamento agitado. Sonolência ou dificuldades em dormir, são igualmente sinais de alerta que podem apontar para a existência de uma depressão infantil.

A par de tudo isto, há também as queixas de dores, de cabeça, de barriga, nos músculos, assim como é frequente a perda de apetite. A depressão na criança mais crescida abrange tanto a esfera emocional, como a parte alimenticia.

Os pensamentos tornam-se muitas vezes ruminantes isto é, funcionam em circulo fechado não havendo meio de os fazer parar. Estes pensamentos impedem de estarem disponíveis para aprender, pelo que o o mal desempenho escolar é frequente.

Podem dizer que gostariam de morrer, mas felizmente poucos são os que chegam a extremos. No entanto, uma criança deprimida tem tendência para sofrer acidentes ou atravessar a rua sem olhar para os lados, porque está envolvida nos seus pensamentos ou porque a vida deixou dar prazer.

Como ajudar ?

É necessário reter a ideia de que a tristeza e depressão, constitui um apelo, um meio que a criança encontrou para manifestar o seu desconforto interior. No caso de persistirem ou aumentarem com o tempo, ela deverá ser observada por um Psicoterapeuta.

Cabe aos pais e educadores manterem-se atentos a estes sinais e sintomas, para que prestem ajuda ou, em casos mais graves e prolongados, procurem ajuda especializada. Além disso, os pais podera necessitar de ajuda para compreenderem o que se passa com o seu filho e a encontrar estratégias mais eficazes de resolver o problema.

Discussões familiares

redação Universo Familia

Como afetam as crianças?

Quando os desacordos se transformam em discussões entre o casal, infelizmente é comum que estas acabem por decorrer na presença dos filhos. Os desacordos e os conflitos são muito comuns nas famílias. Não tem no entanto que resultar em discussões agressivas, verbal ou mesmo fisicamente. Os conflitos são momentos importantes de crescimento e evolução, desde que os intervenientes saibam geri-los adequadamente, e não entrem numa escalada que não conduz a nenhuma solução.

Em escalada

Quando os desacordos se transformam em discussões entre o casal, infelizmente é comum que estas acabem por decorrer na presença dos filhos. Há uma considerável lista de fatores que contribuem para as dificuldades conjugais.


Dificuldades financeiras, diferenças de educação, formação profissional, estilo de vida e objectivos (ambição, posição social), problemas sexuais, infidelidade, beleza física, idade, nascimento e educação dos filhos, questões relacionadas com a personalidade e problemas psicológicos, diferenças de valores e de fé, etc. É importante perceber que ver os pais discutir é uma situação bastante difícil para uma criança. Muitas vezes sente-se responsável pela discórdia, e o medo de uma possível separação está sempre presente.

O bem-estar da criança sempre primeiro

É fundamental que, tal como em muitas outras situações, os pais consigam ter esta consciência e colocar os interesses e o bem-estar da criança à frente dos seus problemas ou dificuldades. Muitas das discussões são evitáveis e, se não o forem, poderão ser tidas em outro momento e local, em que a criança não esteja presente. Para os pais conduzirem uma boa educação da criança, o mais importante será a compreensão mútua e a capacidade de entendimento e de chegar a acordo relativamente às questões da educação do(a) filho(a), para que as discussões possam ser evitadas ao máximo. Cada um dos pais terá a sua própria maneira de enfrentar as situações.

Essa forma individual de lidar com as questões está relacionada com a história pessoal, com as experiências anteriores, com a ideia que cada um tem de si mesmo e do mundo e, obviamente, com o modelo familiar em que cada um cresceu. A questão é que nem sempre os modelos de ambos são coincidentes. Quando tal acontece, é necessário conciliar ideias, atitudes, sentimentos. Quando se trata de tomar decisões relativas à criança, o que deve prevalecer é o diálogo sobre o que fazer e o acordo sobre as condutas a seguir.

As condutas

Quando, mesmo assim, as discussões ocorrem e as crianças percebem, é essencial que os pais procurem explicar à criança, serenamente e de modo a evitar que ele tome o partido de um dos pais, o motivo da discussão e que não tem a ver com ela. É importante ter em conta que um ambiente familiar de discussões, agressão, hostilidade e tensão é captado pela criança mesmo que esta tensão seja silenciosa, e é algo que não consegue entender. A tendência para querer que a criança tome um partido também pode existir, mas essencial que nenhum dos pais a encoraje a decidir qual dos dois tem razão. A longo prazo, os pais que permitem que os filhos os usem desta forma vão ter grandes dificuldades em exercer a sua autoridade.

A instabilidade

As crianças que assistem frequentemente a discussões familiares aprendem a isolar-se e acabam por se habituar à instabilidade. Muitas vezes, usam as divergências paternas em seu favor, o que só acontece porque ainda não possuem capacidade de elaboração do seu próprio sofrimento, sendo essa a maneira mais direta de o evitar. Tornam-se manipuladoras e ganham ferramentas semelhantes para resolverem os seus próprios conflitos. Assim, é essencial que os pais evitem envolver os seus filhos nos seus problemas.

Um homem e uma mulher que decidem viver juntos e construir uma família embarcam num projecto de vida comum. Quando decidem ter um filho, embarcam num outro projeto, que é interdependente do primeiro: o de fazer nascer outra vida, que vai depender deles durante muito tempo. Construir uma família feliz e saudável, em todos os aspectos, implica ter consciência do esforço e das mudanças constantes que são necessárias. É muito importante que o casal fortaleça o vínculo que os une, o que não se reflete na quantidade de tempo que passam juntos, mas sim na sintonia com que vivem cada momento, e na forma como transmitem essa sintonia à criança.

Quando a esquizofrenia surge na adolescência

redação Universo Familia

Tipicamente é ao longo da adolescência ou início da fase adulta, que os primeiros sintomas aparecem, sendo que nos rapazes a doença tende a manifestar-se mais cedo. A adolescência é, ela própria, uma fase de profundas alterações em que os jovens oscilam de humor com muita frequência e podem ter comportamentos e atitudes fora do comum.

A mudança de escola, a escolha da carreira ,ou o ingresso na Universidade com a subjacente carga de ansiedade, são fatores que podem sobrepor-se à doença. Este cenário levanta o perigo de se confundirem os sintomas da esquizofrenia com uma crise de crescimento.

Há que fazer também a distinção entre um adolescente esquizofrénico e outro, que sendo igualmente perturbado, não chega a ter uma carga tão forte em termos de psicopatologia.

Em regra, quando não há um quadro de esquizofrenia, os temas rondam em torno das preocupações comuns dos seus pares: corpo, o namoros, autonomia das figuras parentais e sexualidade.

Embora a angústia esteja presente, o fato é que não invade totalmente a vida do jovem e permite que alguns campos funcionem isto é, por exemplo, que hajam relações de amizade.


Atenção ao isolamento!

É natural que o adolescente um dia esteja feliz e no outro se apresente pensativo, chegando a passar longas horas fechado no quarto. A situação passa a ter alguma gravidade quando se torna frequente.

O fato do esquizofrénico não ter amigos, não se deve a uma questão de timidez, mas sim a uma desconfiança quanto às reais intenções dos que o rodeiam. Acredita que pode ser prejudicado direta ou indiretamente por todos, desconfiança que se vai estendendo a outros campos.

A preocupação com o corpo é constante, mas a angústia não se deve a uma borbulha mais inconveniente e inestética, mas sim à convicção de que alguém lhe coloca coisas na comida que o envenenam progressivamente e que, por isso mesmo, o seu corpo apresenta mudanças.

Este distanciamento em relação à realidade leva a que o jovem viva centrado em si mesmo e em permanente alerta em relação ao exterior. Em consequência, deixa de se preocupar com a sua aparência física ou mesmo com a higiene.

Fazer com que um adolescente saudável tome banho é uma tarefa fácil, quando comparada com o que é fomentar a higiene de um doente com esquizofrenia.

De quem é a culpa? Inconscientes do peso que criam, os pais tendem a dar exageradas responsabilidades aos seus filhos. Muitas vezes é sempre normal ouvimos dizer, “Toma conta de seu irmão, por que você é mais velho”. Será que ser o mais velho chega para tomar conta de outro? Não chega efetivamente, normalmente a diferença de idade entre os filhos é pequena e o mais velho não tem maturidade para assumir tamanha responsabilidade.

Quando falamos em assumir, é uma questão retórica, até porque ninguém lhe perguntou se ele queria tomar conta do irmão, e mesmo que tivessem perguntado, como podemos delegar este tipo de responsabilidade numa criança a quem não reconhecemos sequer maturidade para escolher os ingredientes da sopa? Devemos as vezes responsabilizar nossos filhos, mas apenas tarefas seguras para todos, ou pelo menos de risco reduzido e controlado.

A partilha da responsabilidade é fundamental numa família mas é importante que os pais percebam que a responsabilidade primeira é sua, e se a responsabilidade que foi passada a criança for mal, o erro de avaliação também e seu. Para potenciar o desenvolvimento das nossas crianças devemos leva-los a sentir alguma responsabilidade e que terá de se iniciar com questões simples como manter os livros arrumados ou garantir que não existem espalhados pelo chão objectos que provoquem quedas ou se possam partir. Quando estas responsabilidades estiverem adquiridas, podemos passar para a alimentação de animais, só depois, muito depois, poderá ter responsabilidade de tomar conta de outra criança.

Viva um Casamento Perfeito

redação Universo Familia

Muitas pessoas me procuram no consultório, ou me pedem dicas por e-mail, sobre como ter um casamento feliz, agora eu vou te falar das dicas para o seu casamento, ou se você não é casado já ter uma experiência de como funciona uma linda união.

1) Ser amigo da esposa, ou amiga do marido á cima de qualquer coisa, mesmo o marido ou a esposa esteja errado, ou de forma carinhosa, amorosa, e com mais carinho explique qual é o certo, em momento algum maridos, e esposas, ou pessoas que ainda não se casou trate com falta de educação o seu parceiro ou sua parceira.

2) Nunca se limite em dizer o quanto ama seu companheiro, ou sua companheira, Nunca é tarde para recomeçar tudo de novo, passear, conversar, jantar fora, ir ao cinema, é essencial para um casamento feliz, um casamento amigo. Nunca fique trancados em casa, sempre saia, mesmo que seja num final de semana, aproveite o casamento se divertindo, nas férias aquela viagem inesquecivel.

3) Não deixe os problemas desgastar sua relação, dívidas, problemas com filhos, isso é uma coisa, casamento é outra, para o Amor não existe problemas, lembre se tudo na vida tem solução, por isso, nunca abale seu casamento por coisas pequenas.

4) Amar á cima de tudo, quem ama não maltrata, quem ama defende á cima de tudo, faz tudo para demonstrar um verdadeiro amor, uma forma de gratidão, por isso ame seu parceiro ou sua parceira.

Casar é uma dádiva divina, Lembre se, essa pessoa que você se casou foi o destino que tratou de os unir, essa pessoa que você convive é sua metade, é seu amor, é o seu outro lado, Por isso, Casar é dadiva de Deus.


A roupa e os sapatos que não deve comprar

Quando for comprar roupa com o seu filho, não faça todas as vontades da criança. Nunca compre roupas apertadas ou que tenham exatamente o tamanho da criança.

Procure modelos mais folgados, mas sem exageros, que permitam uma maior liberdade de movimentos. Peças de roupa que se enruguem facilmente, como as de linho, que terão um aspecto desgastado passado pouco tempo de serem vestidas, também são de se evitar.

Excluídas estão também roupas que retenham a transpiração e impeçam os movimentos das crianças. Sedas sintéticas ou tecidos que não permitem a evaporação do suor, para ocasiões especiais, como festas ou casamentos, também devem ser riscados da lista.

Sapatos apropriados

O calçado também é da maior importância. Lembre-se que os membros inferiores têm a difícil tarefa de suportar o peso do nosso corpo e de o locomover diariamente, logo é fundamental que se sintam confortáveis.

"O tipo de calçado a escolher depende muito da idade da criança", realça a pediatra, no entanto, há três regras básicas: ser sólido, ser flexível e absorver bem a transpiração. Carlos Gouvea aconselha que a criança ande calçada desde o início da marcha:

"Os sapatos apropriados para crianças que estão a começar a andar devem ser fechados (no Verão pode optar sandálias fechadas) devem ter uma boa base, a palmilha deve ser mais elevada na parte interna e deve haver um ligeiro reforço da parede interna do sapato (contraforte interno)".

Comprimento certo

O tamanho do calçado deve ser adequado ao pé da criança, porque quando é demasiado pequeno magoa e impede o crescimento do pé, quando é grande pode originar bolhas e provocar quedas. Os sapatos devem estar bem ajustados ao pé, daí que os mais adequados para as crianças sejam aqueles que se ajustam à medida do pé.

Quanto ao material, "o melhor é o couro", Segundo o pedriatra. A pele deixa os pés respirar e é menos propícia ao aparecimento de bolhas do que a borracha e outros materiais sintéticos que devem ficar confinados à sola por serem materiais antiderrapantes.

Escolha o brinquedo de acordo com a idade e o desenvolvimento da criança e assegure-se que tem o símbolo CE.

Antes de comprar, leia todos os avisos e instruções. Se não existirem, opte por outro.

Antes de dar o brinquedo à criança retire-o da embalagem e passe a mão sobre o brinquedo e verifique se existe, pontas e bordos. Guarde a identificação do fabricante ou importador. Verifique se existem peças pequenas facilmente destacáveis e certifique-se de que as costuras impedem o acesso ao enchimento.

Evite brinquedos com cordas ou fios compridos. Evite ainda que os mais novos utilizem os brinquedos dos mais velhos. Ao adquirir patins, skates e afins, compre também o capacete, cotoveleiras e joelheiras.

Convivência entre irmãos

redação Universo Familia

É Normal acontecer brigas entre irmãos, mais isso acaba com a convivência familiar. Vamos por um basta nisso?

Irmãos novos X Irmãos mais velhos
Quando o irmão mais velho provoca o mais novo, é por que ele sente ciumes dos pais com o irmão, normal. O Certo é, carinhar, da amor, atenção, da mesma forma, e em momento algum negar carinho para ele por ele ser mais velho, Isso se chama separação, A Criança pode pensar que você gosta mais do irmãozinho mais novo do que dele, Então, para ser um bom pai e uma boa mãe de ambas partes sempre trate os dois com imensa igualdade. Fazendo isso as brigas acabam, e o mais velho reconhece que é tudo igual. Agora, se o mais novo provocar, O Certo é ensinar a ele a respeitar o irmão, colocando de castigo e tirando as coisas que ele gosta, assim as brigas acabam de vez.

Irmãos da mesma idade
Se for da mesma idade e um provocar o outro, sempre seja rigoroso ou rigorosa com as regras, coloque de castigo explique o motivo, e imponha suas regras como "Não quero mais que você provoque seu irmão", Agora se a briga for de ambas partes, coloque os dois de castigo exigindo desculpas um ao outro, Seja rigoroso no castigo e nas coisas que a criança gostar, Assim ele aprende que ja mais pode brigar com seu irmão, Sempre ensine a ele que nada se consegue gritando, brigando e se esmurrando e sim na base da educação e da conversa.

Irmãos adolescentes
Neste caso, é sempre bom sentar e ouvir ambas partes, Se caso ouver algo que você descorda aproveite e fale, Coloque os dois frente a frente para eles falarem o que não esta gostando, e faça os dois prometer que ira trabalhar para melhorar, Para os adolescentes o castigo é tirar algo que adoram para compensar a briga, Assim eles percebem que cada vez que brigam perdem algo por dias, ou até mesmo por meses, Não tenha medo de procurar uma ajuda psicologica se caso a briga continuar.

Jovens X jovens
É sempre normal irmãos ou irmãs brigarem por namoro, Neste caso, é essencial ensinar que irmãos são somente eles, e namorada ou namorado tem aos montes, E faça os dois terminarem o relacionamento e voltarem a ser amigos. Se caso não melhorar, recomendo um tratamento psicologico aos dois.
Familia e Casamento

Familia e casamento as vezes acostuma dar certo, Mais eu ainda não cheguei aonde eu quero. Primeiro, quando existe aquele clima de namoro, a familia do marido ou da esposa, se torna perfeira, aceita o relacionamento, tudo esta mil maravilhas, em alguns casos isso não é assim, depois do namoro, noivado, casamento, justamente quando existe uns meses de casamento os familiares de ambos começa a palpitar na vida do casal.Um familiar da um palpite, uma opinião, é aceita por um mais não por outro, É justamente nessas opiniões que começa o desconforto familiar.

Opiniões de fora, ajuda?
Não, as opiniões de fora não ajuda de forma alguma, pelo contrário, pode acabar estrovando, Faça sempre o possivel para resolver as coisas entre o marido a mulher e os filhos, Opinião familiar geralmente não acostuma ser bem vindo em um relacionamento, é importante sempre prezar as opiniões de fora sem ficar nervoso, mais lembrando sempre nunca se deixe levar por opiniões de fora e faça o oposto que já tinha combinado com o parceiro ou a parceira, Sempre valorize as opiniões feitas e aprovadas por você e seu esposo ou sua esposa.

A Sogra
Utimamente eu não ando recebendo muitos e-mail de pessoas com problemas com sogras, mais é essencial que a sogra se mantenha neutra diante de uma opinião da nora ou de seu genrro.

Cunhado
Eu atendi um caso de um marido extremamente nervoso, por que sua esposa não aceitava seu cunhado dormir em sua casa, Eu aconselhei a ele entrar em um acordo com sua esposa e ver se realmente ele pode dormir, se a palavra dela for não eu o aconselhei a não dar o poso para o irmão.

Existe cunhados que não se dão bem, principalmente cunhadas mulheres, tudo por que ainda pensa que o irmão pode ficar achando as amigas bonitas, ou pode ainda ter amigas mocinhas, Ja mais faça isso, você pode estar causando uma imensa tristesa em sua esposa. Existe cunhados que pensa que a irmã é empregada, ou até mesmo sua mãe, Faça o possivel, entre em uma concordia com seu marido para reconhecer o que pode ser feito, lembre se armonia no casamento em primeiro lugar, ja mais brigue ou tente forçar a barra, O que pode ser satisfação para você se torna insatisfação á seu parceiro.

Sogro
A Presença do sogro é importante, mais quando o sogro é amigo da esposa ou do marido, em vários casos que já atendi sempre o sogro dando palpites na vida da filha, Na minha opinião sogro e sogra já foram felizes nos primeiros meses de casamento, aproveitaram o casamento, agora é a vez de deixar os filhos avontade, deixar os filhos terem suas próprias opiniões, seus próprios problemas, e ja mais se interferir em brigas de casais, sempre se manter neutro.

Outros familiares
É sempre bom se reunir com os familiares, mais quando existe uma certa frequencia de familiares na casa do casal começa a perder a privacidade, por isso, nunca seja grosseiro, mais evite receber familiares em casa, o casamento pode perder o sentido, diante de várias opiniões, várias sugestões, Sempre mantenha armonia no seu lar, é uma delicia receber familiares, mais num dia marcado ou até mesmo em um final de semana.

Consequências psico-emocionais do abortamento espontâneo e morte fetal

redação Universo Familia

Enfrentar e ultrapassar um aborto é uma tarefa que coloca em causa o equilíbrio psicossomático da mulher.

A gravidez e um momento especial na nossa vida, uma experiência única para nós mulheres, para o seu esposo e para a família em geral. Época plena de mudanças e descobertas de emoções e comportamentos até ai desconhecidos, novas identidades, novos significados existenciais e novos papéis.

Momento de gravidez é também gerador de novas exigências e necessidades afectivas em relação aos outros, em particular, ao filho, a quem a mulher se sente ligada desde o inicio por uma relação de dependência mútuo e progressiva.

Segundo a teoria de vinculação, o desenvolvimento de relações afetivas corresponde a um processo psicológico normativo, adquirido ao longo da evolução filogenética e fortemente enraizada no reportório humano.

A figura de vinculação é permanente fonte de segurança para a criança. Quando se sente ameaçada, busca proteção e conforto junto da mãe, revelando comportamentos de vinculação como o aproximar-se, o choro ou procura de contato.

Tradicionalmente, prevalecia a ideia de que a ligação mãe-bebê é iniciada por altura do nascimento, no entanto, e contrariando a imagem da passividade psicológica da mulher grávida em relação ao feto, é hoje consensual que se começa a formar durante a gravidez uma relação afetiva ao bebê.

Muito antes do nascimento, existe uma forte união, a mãe sente o seu filho como fazendo parte de si e partilhando consigo uma história recheada de experiências e momentos únicos, vividos a um nível íntimo e exclusivo.

A ligação afetiva é fortalecida ao longo da gravidez em particular a partir do segundo trimestre, altura em que os movimentos fetais começam a ser percebidos.

Por vezes a gravidez não corre bem e surge um aborto espontâneo. A impossibilidade de conhecer um bebê que se amou muito pode ser um evento extremamente complicado para a mãe, pai e a família. Quando ocorre a perda de um bebê, surge um período de dor e sofrimento que a mulher tentará ultrapassar. A perda de um filho é um processo de traumático ligado á perda de um objeto de amor.

Enfrentar e ultrapassar um aborto é uma tarefa que coloca em causa o equilíbrio psicossomático da mulher. A maioria das mulheres que sofre de aborto espontâneo consegue ultrapassar a perda, sem sofrer de perturbações psicológicas associadas. Mas o aborto pode ser bastante traumatizante, gerando perturbações psicológicas como a depressão e a ansiedade.

As mulheres que sofreram aborto espontâneo são consideradas um grupo de risco e devem ser acompanhadas se existirem indícios de sequelas psicológicas desse aborto. Alguns dos sintomas apresentados anteriormente são normais no período inicial e fazem parte do processo natural de luto. No entanto, alguns destes sintomas permanecem durante muito tempo, afetando ou comprometendo o regresso à vida normal. Algumas mulheres sentem que jamais poderão ultrapassar a perda.


O sinal de alarme existe quando uma criança em idade de se socializar não consegue fazer amigos, aprender adequadamente na escola, pedir ajuda quando necessita, falar em frente de outras pessoas, ou quando só se sente segura junto da mãe e tem grandes dificuldades em separar-se dela.

Nestes casos a timidez coloca a criança numa situação de isolamento que, quanto mais se consolidar, mais dificilmente poderá ser modificada. Nas escolas é fácil detectar as crianças que têm estas dificuldades, porque geralmente não brincam no recreio e não participam nas aulas. Muitas vezes este comportamento retraído não corresponde ao comportamento da criança em casa. Nas situações mais complexas pode chegar a haver mudismo, ou seja, a criança não fala quando está fora de casa.

Como ajudar a criança?

A ajuda que pode ser dada passa por criar sentimentos de confiança, elogiando as suas vitórias, desvalorizando os seus fracassos. É importante animá-la e motivá-la a desenvolver amizades, por exemplo, convidando amiguinhos para casa. Mas não pressionando para que mude. Deve ser evitado o rótulo de tímida e não permitir que outros o façam. No entanto, é também importante não a proteger em demasia, pois isso só reforçará o seu comportamento retraído e o sentimento de incapacidade.

É também essencial estimular a criança a falar sobre as suas emoções, sem a forçar nem repreender quando não o consegue. Não falar por ela, pois se aquilo que representa uma dificuldade para a criança é tão facilmente solucionado pelos pais, ela não sentirá um grande incentivo para modificar.

O caminho para a independência

Porque a confiança e a segurança que uma criança tem em si própria são construídas a partir de situações reais, conflitos e desafios que no decorrer de cada dia se vão apresentando, à medida que as crianças crescem, devem a pouco e pouco distanciar-se saudavelmente dos seus pais, para progressivamente se integrarem e desenvolverem no mundo dos adultos.

A timidez!

redação Universo Familia

Algumas crianças se recusam a desenvolver uma vida social plena. Não querem ir aos aniversários, não cumprimentam as pessoas, custa integrar-se em lugares onde há muita gente…

Geralmente, dizemos que uma criança é tímida quando manifesta comportamentos de falta de segurança, de confiança e retraimento nos seus contatos com outras pessoas.

O primeiro momento em que se observa esta hipersensibilidade é normalmente por volta dos 8 meses, quando a criança começa a manifestar comportamentos que podem ser confundidos com timidez, mas que na realidade correspondem ao o que geralmente eu chamo “angústia do oitavo mês” ou “angústia do estranho”. Algumas das manifestações podem ser de desagrado, choro ou ansiedade, na presença de estranhos.

O que na realidade acontece é que a criança começou a distinguir os rostos familiares dos das outras pessoas, e por isso também está mais consciente da ausência dos que lhe são queridos, o que a aflige. Outras manifestações da angústia do oitavo mês podem apresentar formas mais atenuadas, que incluem o fato de se esconder por detrás dos pais, tapar o rosto, baixar os olhos, etc.. Como todos estes comportamentos também estão presentes nas crianças tímidas, existe a possibilidade de confusão, pelo menos nesta fase.

Os hábitos sociais

No entanto, por volta dos 2 anos, é comum e importante que as crianças comecem a desenvolver hábitos sociais, mesmo que na interacção com outras crianças se observem indícios de timidez. A situação complica-se quando a criança evita o contato com os outros e se isola.

Não é obrigatório que uma criança que seja tímida num determinado momento o continue a ser pelo resto da vida. O que pode acontecer é o seu ambiente não a ajudar a gerir a ansiedade e estes momentos, em princípio isolados, converterem-se numa modalidade de comportamento que acompanha a criança no seu crescimento, limitando o seu desenvolvimento social.

A timidez é algo que todas as pessoas sentem algumas vezes, na maioria dos casos, correspondendo a situações passageiras. Também devemos ter em conta que é de esperar um certo grau de timidez nas crianças, sobretudo quando são mais pequenas e perante situações desconhecidas.

Disciplinas e Punições

redação Universo Familia

A questão da coerência é importante, por exemplo, no que se refere a bater na criança para a castigar. Os pais dizem-lhe que não deve ser agressiva nem bater nos outros e ao mesmo tempo castigam-na com uma palmada? A criança pode sentir injustiçada e não compreenderá essa contradição, desvalorizando o que os pais lhe dizem que está certo.

No entanto, a disciplina não implica apenas punições quando a criança faz algo que não deve fazer. Ao mesmo tempo que deve ser deixado claro o que não deve ser feito, também deve haver uma recompensa (que pode ser um simples elogio) para a boa conduta da criança. Fará a criança se sentir reconhecida e nada melhor do que dedicar à criança todos os dias momentos de atenção positiva para evitar, por um lado, chamadas de atenção inadequadas e, por outro lado, para criar oportunidades de interação positivas e agradáveis para a criança.

É muito importante que a criança perceba aquilo porque está a ser recompensada. O mesmo deve acontecer no que se refere às más condutas, ou seja, a criança deve compreender muito bem qual o motivo que despoletou a punição e quais são as alternativas corretas.

As implicações da ausência de atenção dos pais

Estes comportamentos são, por vezes, formas de chamar a atenção dos pais, uma vez que qualquer criança prefere a atenção que é dada por um comportamento inadequado do que a ausência de atenção.

Se os pais observarem melhor as suas crianças, perceberão que grande parte da sua teimosia está relacionada o seu crescimento e com o delimitar da sua individualidade e ideias próprias. Esta é uma fase importante no seu crescimento, para que desenvolva a sua autonomia e teste os seus limites.

Alguns exemplos e sugestões:

- Insiste em vestir uma roupa inadequada: separe duas ou três roupas possíveis e deixe que a criança escolha dentro dessas hipóteses aceitáveis;

- Recusa tomar banho: faça do banho um momento divertido e tente perceber se há algo que a assuste, como a água ou o champo nos olhos ou no rosto;

- Não deixa os pais conversarem com outras pessoas: pare um pouco a conversa e dê-lhe atenção ou deixe-a participar também;

- Não quer ir para a cama: leia uma história ou negocia com ela uma hora para ir para a cama (não compensa entrar em conflito por dez minutos);

- Quer dormir na cama dos pais: nunca deve permitir, fique um pouco com ela no quarto, leia uma história ou converse um pouco com ela;

- Não aceita um “não”: explique-lhe o porque do não, mantenha-se tranquila e ignore a birra, repetindo de vez em quando que já lhe explicou o porquê do “não”; o seu controlo ajudá a recuperar o seu próprio controle;

- Diz palavrões: a criança só repete o que ouve, por isso é importante ter cuidado na linguagem usada na sua presença; não se limite a repreender, explique porque é feio dizê-lo e que as palavras podem magoar tanto como uma palmada.

Dormir na casa de um amigo - Uma Aventura

redação Universo Familia

As crianças aos quatro anos já deram grandes passos na socialização. Na escola e no parque tem os seus amigos preferidos e gostam de conviver e brincar com eles. No entanto, brincar na escola ou no parque não é o mesmo que darem canbalhotas juntos na mesma casa e no mesmo quarto.

Aos quatro anos as crianças começam a demonstrar o seu individualismo e as suas preferências e os pais devem mostrar que confiam nelas. Passar um dia em casa de um amigo e dormir no seu quarto, é uma experiência inesquecível para a criança e também para os pais.

Na primeira vez, os pais estão geralmente receosos e a criança está demasiado eufórica com a liberdade que lhe é oferecida. A criança sente-se independente e crescida mas os pais têm receio que ainda não esteja preparada para sair “debaixo das suas asas” e sentem alguns receios. Entre eles que:

-A criança chore durante a noite
-Faça chichi na cama
-Que obrigue os pais da outra criança a manterem-se acordados perante alguma birra
-Que queira voltar para casa....

Prevendo algumas situações, nesta primeira experiência os pais devem acautelar:
-Que a casa do amiguinho não fique muito longe da sua, para que o possam ir buscar a qualquer hora do dia ou da noite -Informar os pais da outra criança dos jeitinhos que o filho dorme
-Não esquecerem de colocar na sua bagagem o seu objecto preferido ( a criança pode estar habituada a dormir, por exemplo, com o homem aranha).
-Informar os pais da outra criança das preferências alimentares do seu filho
-Informar das suas capacidades a nível da sua higiene pessoal (sabe lavar-se sozinho- é preciso que o mandem escovar os dentes ...)
-Não consegue dormir com o quarto totalmente escuro ou vice-versa

Amigos do coração

Nesta fase as crianças demonstram geralmente a sua preferência por um único amigo e para que isso não aconteça os pais devem dar-lhes oportunidades para conviverem mais intimamente com várias crianças. Para isso devem convidar alguns amiguinhos para um lanche em sua casa, permitir-lhes que vão às festas de aniversário de outras crianças, permitir-lhes algumas atividades de grupo.

No entanto a primeira experiência “fora de casa” deve ser realizada com o seu amigo do coração.
Se a experiência decorreu sem problemas, os pais devem convidar o amigo para sua casa, para que também ele tenha a oportunidade de a viver partir desta altura a experiência pode alargar-se a um fim-de-semana em casa do amigo. Conviver com outra família em que os hábitos são diferentes da sua vai enriquecer os seus conhecimentos e forma de viver. Com estas experiências as criança tornam-se mais autônomas e menos dependentes dos pais para além de enriquecerem a sua personalidade.

Confiança

redação Universo Familia

A auto-confiança é um elemento essencial em todos os aspectos do desenvolvimento saudável do seu filho e um elemento fundamental no sucesso escolar.

A confiança é uma crença na sua capacidade de conhecer profundamente o seu corpo, o seu comportamento e os desafios que irá encontrar ao longo da vida.

As crianças que têm confiança em si próprias gostam de aprender novas capacidades e enfrentar novos desafios. Esperam também que os adultos sejam cooperantes e que apoiem os seus esforços.

A auto-confiança é também fundamental para a convivência com os outros e para resolver muitos dos desafios sociais— como a partilha, a competição e o fazer amigos – que as crianças encontram no ambiente escolar.

As crianças com auto-confiança vêm que os outros as apreciam e esperam que os relacionamentos sejam satisfatórios e divertidos.

E como se desenvolve a auto-confiança? Os bebês nascem sem qualquer sentido da sua existência como seres individuais e distintos. Aprendem a ser quem são primeiramente através das suas interações e experiências com outros.

Os principais prestadores de cuidados – pais, familiares, educadores e professores – refletem para as crianças as suas forças e características especiais únicas.

Em grande parte, o sentido de confiança de uma criança é formado e acarinhado (ou não) por aqueles que cuidam da criança. Observamos como a confiança aumenta ao longo dos primeiros três anos de vida:

- Um recém-nascido chora e é consolado pela mãe. O bebê percebe que é amado, importante e que merece ser reconfortado.

- Um bebé de 8 meses agita a boca e sorri com os sons que ouve. A pessoa que está com ele diz-lhe "Que gracinha, Meu amor." Este bebê fica sabendo que consegue resolver questões de forma inteligente.

- Uma criança de 1-2 anos pega num banco para chegar ao seu brinquedo favorito – o Celular do pai – que está em cima da mesa. "Não pode brincar com o meu celular," diz o pai, "Mais por que não brincar com isso?" entrega-lhe um celular de brincar com o qual a criança pode fingir que faz chamadas. Esta criança percebe que os seus interesses são importantes e que será respeitada e apoiada (dentro dos limites) por aqueles que a amam.

- Uma criança de 3 anos soluça quando os pais saem para jantar...sem a levar. Os pais ajudam a acalmar a criança e a ficar tranquila. Esta criança percebe que os seus sentimentos são importantes e que os pais estão atentos e respondem às suas necessidades quando está ansiosa.

Culpas que vão e vêm

redação Universo Familia

Os sentimentos de culpa em relação ao primeiro filho podem dissipar ou não ao longo da gravidez, segundo quais tenham sido os motivos inconscientes que os ocasionaram desde o início.

Às vezes, quando o parto é iminente, podem ver exacerbados devido à sensibilidade aumentada da futura mamãe, tanto em relação ao filho por nascer como com os seus irmãozinhos, especialmente se o bebê é o segundo e vem quebrar o triângulo inicial.

Geralmente, uma vez que o bebê nasce, e embora nem sempre desapareçam, estes sentimentos de culpa podem transformar-se e dirigir-se para o marido ou outras pessoas do agregado familiar.

Inalmente chegou!

Em geral, face à proximidade do parto ou depois do nascimento, podem apresentar-se diferentes situações.

Por um lado e independentemente de que se trate do primeiro, do segundo ou de qualquer outro filho costuma experimentar-se certa situação de estranheza e falta de carinho para o recém-chegado que se inverte com o decorrer dos dias.

Por outro, se os pais desejavam um menino (ou uma menina) e o seu desejo se cumpre, são tomados por uma sensação de plenitude e um amor muito intenso por esse bebê, que costumam manifestar com um "Finalmente chegou!" (por exemplo, uma menina depois de vários meninos, ou o caso inverso).

Neste caso, os conflitos não necessariamente evidentes desde o primeiro momento e às vezes dissimulados relacionam com os ciúmes e o sentimento de exclusão que experimenta o progenitor do sexo oposto face ao novo filho, devido à fantasia de que agora o "preferido" (ou a "preferida") será o bebê, em relação do papai (ou da mamãe).

O seu a seu dono

O amor que toda a mãe sente pelo primogénito parece impossível de igualar, e menos ainda de superar, mas é importante compreender que nunca se pode amar dois filhos da mesma maneira.

No entanto, é preciso não confundir: isto não significa que se ame um mais do que outro, mas a cada um de maneira diferente.

Recordemos que cada filho é concebido num determinado momento da vida, tanto do casal como de cada um dos seus membros, de modo que cada criança terá para os pais em conjunto e para cada progenitor de forma individual um significado e um afeto especiais.

Por isso, nunca se deve desesperar pensando que o amor não vai chegar para satisfazê-los a todos.

O carinho dos pais não se multiplica à medida que chegam os filhos, mas distribui-se de maneira proporcional e personalizada para cada um em particular.

Não se trata de mais ou menos amor, mas de amores diferentes.