Como abordar o tema com a criança
redação Universo Familia
São poucas as pessoas que se sentem à vontade para falar com as crianças sobre a morte. Algumas optam mesmo por levá-las ao psicólogo, temendo que estejam traumatizadas com a situação. Contudo, não é a situação em si que é geradora do trauma mas sim todo o silêncio que a envolve.
Não existem temas impossíveis de abordar. Alguns apenas exigem uma maior sensibilidade por parte dos adultos. Também não existem receitas que se possam aplicar em todos as situações. Cada caso é um caso e tem que ser tratado de modo diferente.
É certo que quando é um dos avós morre, o pai ou a mãe sentir tão fragilizado que dificilmente será capaz de apoiar os filhos logo nos primeiros momentos.
Por esse motivo, procurar o apoio dos familiares e amigos é fundamental para que o adulto se possa equilibrar emocionalmente e assim incluir os filhos no processo de luto.
Deixe-a chorar !
A ajuda que podemos dar a qualquer criança, jovem adolescente ou mesmo adulto, é partilhar os seus sentimentos. Deixar que fale, grite ou chore, se necessário. Irem ao cemitério juntos e colocar flores sobre o túmulo, são atos simbólicos que facilitam o luto e ligam afetivamente as pessoas.
Permitir que se fale normalmente sobre o falecido, recordando os momentos bons, é mantê-lo vivo na memória de todos. Se a criança quiser ver um filme onde está o pai/mãe que faleceu, não há motivos para o impedir.
É certo que causa alguma saudade, mas faz parte da vida e assim deverá ser encarado.
Saiba dosear a realidade
Não prestamos ajuda se a esconderem a realidade de Nós. Contudo, temos que saber dosear essa realidade. É um pouco como falar de sexo a uma criança. Primeiro temos que perceber o que é que a criança já sabe sobre o assunto, para depois irmos dizendo à medida da necessidade de cada uma.
Não vale a pena romancear o tema se a criança já souber de tudo. Assim a criança se sente enganada. A criança mais cedo ou mais tarde terá que perceber que o morto não voltará nunca! Depois é fornecer o apoio necessário para que vivam o seu luto de uma forma saudável.
Não ter um processo de luto adequado, pode mais tarde traduzir-se na incapacidade de possuir relacionamentos próximos, já que o medo constante da perda impede que se liguem afetivamente a alguém.
Informe
É importante que as crianças recebam informações imediatas e seguras sobre o que aconteceu. Um adulto deve disponibilizar-se para responder com a maior sinceridade às perguntas que forem sendo feitas.
A participação no pesar familiar, facilita o processo de luto. Sentir que todos sofrem e que se podem apoiar nos momentos mais duros da vida, vai permitir um amadurecimento afetivo.
São poucas as pessoas que se sentem à vontade para falar com as crianças sobre a morte. Algumas optam mesmo por levá-las ao psicólogo, temendo que estejam traumatizadas com a situação. Contudo, não é a situação em si que é geradora do trauma mas sim todo o silêncio que a envolve.
Não existem temas impossíveis de abordar. Alguns apenas exigem uma maior sensibilidade por parte dos adultos. Também não existem receitas que se possam aplicar em todos as situações. Cada caso é um caso e tem que ser tratado de modo diferente.
É certo que quando é um dos avós morre, o pai ou a mãe sentir tão fragilizado que dificilmente será capaz de apoiar os filhos logo nos primeiros momentos.
Por esse motivo, procurar o apoio dos familiares e amigos é fundamental para que o adulto se possa equilibrar emocionalmente e assim incluir os filhos no processo de luto.
Deixe-a chorar !
A ajuda que podemos dar a qualquer criança, jovem adolescente ou mesmo adulto, é partilhar os seus sentimentos. Deixar que fale, grite ou chore, se necessário. Irem ao cemitério juntos e colocar flores sobre o túmulo, são atos simbólicos que facilitam o luto e ligam afetivamente as pessoas.
Permitir que se fale normalmente sobre o falecido, recordando os momentos bons, é mantê-lo vivo na memória de todos. Se a criança quiser ver um filme onde está o pai/mãe que faleceu, não há motivos para o impedir.
É certo que causa alguma saudade, mas faz parte da vida e assim deverá ser encarado.
Saiba dosear a realidade
Não prestamos ajuda se a esconderem a realidade de Nós. Contudo, temos que saber dosear essa realidade. É um pouco como falar de sexo a uma criança. Primeiro temos que perceber o que é que a criança já sabe sobre o assunto, para depois irmos dizendo à medida da necessidade de cada uma.
Não vale a pena romancear o tema se a criança já souber de tudo. Assim a criança se sente enganada. A criança mais cedo ou mais tarde terá que perceber que o morto não voltará nunca! Depois é fornecer o apoio necessário para que vivam o seu luto de uma forma saudável.
Não ter um processo de luto adequado, pode mais tarde traduzir-se na incapacidade de possuir relacionamentos próximos, já que o medo constante da perda impede que se liguem afetivamente a alguém.
Informe
É importante que as crianças recebam informações imediatas e seguras sobre o que aconteceu. Um adulto deve disponibilizar-se para responder com a maior sinceridade às perguntas que forem sendo feitas.
A participação no pesar familiar, facilita o processo de luto. Sentir que todos sofrem e que se podem apoiar nos momentos mais duros da vida, vai permitir um amadurecimento afetivo.