Divórsio Amigavel

redação Universo Familia

Esgotadas todas as tentativas de reconciliação, as conversas e o esforço de compreensão de parte a parte, já não há maneira de fugir à realidade. O casamento acabou. E agora, o que fazer para evitar (ainda) mais sofrimento?

Assumir que o divórcio é uma situação difícil para todos
A separação é um processo muito doloroso mesmo para quem teve a iniciativa de avançar com ela, Estar consciente que o sofrimento é vivenciado também pelo outro é determinante para que possamos gerir a situação. Quando assumimos que os outros também estão sofrendo, Temos sempre que sermos mais tolerantes.

Comunicar a situação aos filhos em conjunto
A conversa deve decorrer sem atribuição de culpas e adaptando a linguagem à idade dos filhos. Se as crianças são pequenas é importante centrar as questões num ponto de vista mais prático, garantir-lhes que vão continuar a ter uma casa, quem as ponha na cama, faça mimos ou leve para passear. É fundamental que percebam que os pais se divorciam um do outro mas não se divorciam delas. É precioso que o digam, mas que também atuem em conformidade.

Admitir que os filhos sabem mais do que os adultos prevêem
As crianças estão atentas a tudo, ouvem conversas e fantasiam sobre o que escutaram. É fundamental ouvir os filhos, deixá-los falar à vontade. Todas as perguntas são válidas e devem ser bem-vindas para que não haja espaço para fantasmas e se evite, assim, qualquer tipo de culpa por parte das crianças.

É certo que os adolescentes (sobretudo as moças), exageram na expressão dos sentimentos mas, em hipótese alguma se deve ridicularizar. Quem está ''nas nuvens'' não gostará de ser puxado para terra firme.

Frases do tipo "Amanhã já gosta de outro !", "Esta sofrendo e ele nem olha para você!", "deixa-te disso, amanhã tudo passa !", são de evitar, ainda que possam ser corresponder à realidade. Quando um adolescente está apaixonado, o sentimento é sério e sentido, mesmo que dure apenas uma semana.

Ouvir uma adolescente a falar da sua paixão, é uma experiência única, porque reúne toda a fantasia e o ideal do amor no seu estado mais puro. Poemas, canções, desenhos, e-mails, tatuagens com o nome do amado…tudo vale para demonstrar o que sentem.

Gozar com os sentimentos, pode conduzir a um sentimento de vergonha e de culpabilidade, que vá condicionar os relacionamentos futuros. Amanhã nosso assunto será totalmente Diferente, iremos falar sobre a Fobia Escolar. Amanhã eu conversarei com minha cliente que passou por momentos assim.

Fabiana Passou por isso
Hoje Fabiana tem 20 anos de idade, Ela se apaixonou por um garoto da sua escola, ela tinha 17 anos e ele tinha 21 anos de idade, Os dois começou a namorar, Depois de uma semana os dois terminou e a Fabiana sofreu.

Sofrimento
Sofri bastante, Ele nem me olhava mais na escola, passava perto de mim e nem conversva, nem comprimentava para ser mais sincera, namorava outras garotas perto de mim, E Eu fui sofrendo.

Mãe não ajuda
A Minha mãe ficava só dizendo ''A Minha filha isso passa, Isso passa, tem muitos outros meninos mais interessantes ai'', mais não era ele que eu queria para estar ao meu lado.

Pai...
Meu pai a mesma coisa, ele me ridicularizava, Ficava dizendo que era besteiras que eu precisava arrumar um afazer, ir estudar, ajudar minha mãe arrumar a casa.

Raiva
Eu sentia raiva das pessoas que não me ouvia, Não prestava atenção em mim, eu me isolava, chorava, tudo aquilo foi ficando preso dentro de mim.

As amigas
As minhas amigas ficaram arrumando meninos para mim, E eu não queria namorar ninguem só ele.

Hoje
Hoje eu sou feliz, Esqueci ele, Já estou namorando amo esse atual e espero que seja para a vida toda.

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