Culpas que vão e vêm
redação Universo Familia
Os sentimentos de culpa em relação ao primeiro filho podem dissipar ou não ao longo da gravidez, segundo quais tenham sido os motivos inconscientes que os ocasionaram desde o início.
Às vezes, quando o parto é iminente, podem ver exacerbados devido à sensibilidade aumentada da futura mamãe, tanto em relação ao filho por nascer como com os seus irmãozinhos, especialmente se o bebê é o segundo e vem quebrar o triângulo inicial.
Geralmente, uma vez que o bebê nasce, e embora nem sempre desapareçam, estes sentimentos de culpa podem transformar-se e dirigir-se para o marido ou outras pessoas do agregado familiar.
Inalmente chegou!
Em geral, face à proximidade do parto ou depois do nascimento, podem apresentar-se diferentes situações.
Por um lado e independentemente de que se trate do primeiro, do segundo ou de qualquer outro filho costuma experimentar-se certa situação de estranheza e falta de carinho para o recém-chegado que se inverte com o decorrer dos dias.
Por outro, se os pais desejavam um menino (ou uma menina) e o seu desejo se cumpre, são tomados por uma sensação de plenitude e um amor muito intenso por esse bebê, que costumam manifestar com um "Finalmente chegou!" (por exemplo, uma menina depois de vários meninos, ou o caso inverso).
Neste caso, os conflitos não necessariamente evidentes desde o primeiro momento e às vezes dissimulados relacionam com os ciúmes e o sentimento de exclusão que experimenta o progenitor do sexo oposto face ao novo filho, devido à fantasia de que agora o "preferido" (ou a "preferida") será o bebê, em relação do papai (ou da mamãe).
O seu a seu dono
O amor que toda a mãe sente pelo primogénito parece impossível de igualar, e menos ainda de superar, mas é importante compreender que nunca se pode amar dois filhos da mesma maneira.
No entanto, é preciso não confundir: isto não significa que se ame um mais do que outro, mas a cada um de maneira diferente.
Recordemos que cada filho é concebido num determinado momento da vida, tanto do casal como de cada um dos seus membros, de modo que cada criança terá para os pais em conjunto e para cada progenitor de forma individual um significado e um afeto especiais.
Por isso, nunca se deve desesperar pensando que o amor não vai chegar para satisfazê-los a todos.
O carinho dos pais não se multiplica à medida que chegam os filhos, mas distribui-se de maneira proporcional e personalizada para cada um em particular.
Não se trata de mais ou menos amor, mas de amores diferentes.
Os sentimentos de culpa em relação ao primeiro filho podem dissipar ou não ao longo da gravidez, segundo quais tenham sido os motivos inconscientes que os ocasionaram desde o início.
Às vezes, quando o parto é iminente, podem ver exacerbados devido à sensibilidade aumentada da futura mamãe, tanto em relação ao filho por nascer como com os seus irmãozinhos, especialmente se o bebê é o segundo e vem quebrar o triângulo inicial.
Geralmente, uma vez que o bebê nasce, e embora nem sempre desapareçam, estes sentimentos de culpa podem transformar-se e dirigir-se para o marido ou outras pessoas do agregado familiar.
Inalmente chegou!
Em geral, face à proximidade do parto ou depois do nascimento, podem apresentar-se diferentes situações.
Por um lado e independentemente de que se trate do primeiro, do segundo ou de qualquer outro filho costuma experimentar-se certa situação de estranheza e falta de carinho para o recém-chegado que se inverte com o decorrer dos dias.
Por outro, se os pais desejavam um menino (ou uma menina) e o seu desejo se cumpre, são tomados por uma sensação de plenitude e um amor muito intenso por esse bebê, que costumam manifestar com um "Finalmente chegou!" (por exemplo, uma menina depois de vários meninos, ou o caso inverso).
Neste caso, os conflitos não necessariamente evidentes desde o primeiro momento e às vezes dissimulados relacionam com os ciúmes e o sentimento de exclusão que experimenta o progenitor do sexo oposto face ao novo filho, devido à fantasia de que agora o "preferido" (ou a "preferida") será o bebê, em relação do papai (ou da mamãe).
O seu a seu dono
O amor que toda a mãe sente pelo primogénito parece impossível de igualar, e menos ainda de superar, mas é importante compreender que nunca se pode amar dois filhos da mesma maneira.
No entanto, é preciso não confundir: isto não significa que se ame um mais do que outro, mas a cada um de maneira diferente.
Recordemos que cada filho é concebido num determinado momento da vida, tanto do casal como de cada um dos seus membros, de modo que cada criança terá para os pais em conjunto e para cada progenitor de forma individual um significado e um afeto especiais.
Por isso, nunca se deve desesperar pensando que o amor não vai chegar para satisfazê-los a todos.
O carinho dos pais não se multiplica à medida que chegam os filhos, mas distribui-se de maneira proporcional e personalizada para cada um em particular.
Não se trata de mais ou menos amor, mas de amores diferentes.