O Que fazer para um bebê se sentir amada

redação Universo Família



Afeto

Abrace e beije o seu filhinho, pegue ao colo. O seu bebê não precisa de muitos brinquedos caros, mas precisa da atenção e do afeto dos pais que o adoram.

Falar com Bebê

O tom calmo da sua voz se torna familiar para o seu filhoe será uma forma de relembrar a sua presença.

Responder

Parece básico, mas constitui a forma mais básica de uma criança segura. Quando o seu bebê chora, tente descobrir o que é. Mudar a fralda? Mais leite? Uma sesta? Por vezes, os bebês choram e não pode fazer nada para o ajudar, especialmente quando está na hora de dormir e o bebê tem de adormecer. No entanto, outras alturas, responda rapidamente e o bebêzinho se sentir mais seguro de que está presente.

Mantenha o contato com a pele do seu filho(a). O contato da sua pele com a pele do bebê é relaxante. Muitos bebês gostam de massagens infantis.

Pais após os 35: A Barreira dos 35

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Pais
depois dos 35


Convém, no entanto, desdramatizar o fator idade. ''Convencionamos os 35 anos porque há vários estudos que mostram que é mais difícil engravidar aos 35 do que aos 25 anos, mas também é mais difícil aos 37 do que aos 35'', desmitifica Alexandre Lourenço.

Quanto às complicações da gravidez, existe uma idade a partir da qual os especialistas estabelecem uma viragem. ''O aparecimento de anomalias nos cromossomas do feto são mais comuns após os 35 anos, por isso se recomenda a amniocentese a partir dessa idade''.

Procurar ajuda

Após um ano de tentativas de concepção sem obter uma gravidez, o casal é considerado infértil e inicia o primeiro patamar de exames de diagnóstico. No entanto, ''Se tem 35 anos deve procurar ajuda médica logo após seis meses de tentativas sem engravidar, especialmente porque os centros hospitalares públicos encerram as listas para os tratamentos de infertilidade aos 37 anos'', refere Alexandre Lourenço.

No caso de uma mulher ''Em que lhe tenha sido retirada uma trompa ou que tenha ciclos menstruais irregulares, ou de um homem, que tenha tido um traumatismo no testículo ou cuja profissão ponha em risco a fertilidade, é aconselhável antecipar alguns exames para prevenir o problema'', esclarece.

Pais após os 35: Periodo fértil

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Pais
depois dos 35


Embora não seja possível aumentar a fertilidade da mulher é possível tirar o máximo partido da probabilidade de engravidar em cada mês, se estiver atenta ao seu período fértil.

''Se os ciclos menstruais são regulares, deve ter atenção, no sentido de nas épocas de maior fertilidade do ciclo não as deixar passar em claro'', recomenda João Luís Silva Carvalho.

Contudo, não deve condicionar a atividade sexual desse período. ''Deve ter uma atividade sexual regular, porque as contas nem sempre são bem feitas'', conclui o especialista.

Vida sexual

Vítor Cotovio, psicoterapeuta, alerta ainda para ''O fato de ter de haver uma maior objetividade ligada a determinadas alturas do mês não deve pôr em causa o lado mais afetivo, espontâneo e erotizado da relação, sob pena de estragar a qualidade relacional''. Por outro lado, não é por ter relações sexuais todos os dias, que irá engravidar mais facilmente.

''Os espermatozóides vão diminuindo e pode chegar à altura da ovulação com um número de espermatozóides rápidos menor do que aquilo que seria óptimo'', explica Alexandre Lourenço.

Ciclos irregulares

Se os seus ciclos não são regulares, consulte o médico. ''Uma mulher que menstrua de dois em dois meses, provavelmente, em vez de 12 ovulações num ano tem apenas seis e, portanto, tem menos hipóteses de engravidar e poderá ter de fazer estimulantes de ovulação'', explica Alexandre Lourenço.

''Se está tomando a pílula interrompa e tome dois meses antes para ter dois ciclos menstruais normais. Se, antes de tomar a pílula, os ciclos já eram muito irregulares é possível que continuem. Neste caso, vale a pena interromper tomando três ou quatro meses antes para se perceber isso'', acrescenta ainda.

Gerir as expectativas

Para evitar falsas expectativas é importante ter noção que, mesmo sem contracepção, a probabilidade de um casal perfeitamente saudável engravidar, no primeiro mês, é relativamente baixa. ''A fecundabilidade, isto é, a probabilidade de uma mulher engravidar a cada mês é de cerca de 20 a 25 por cento, até aos 33/35 anos. A partir daí começa a diminuir progressivamente de tal maneira que, aos 37/38 anos, a probabilidade é de cerca de 12 por cento por mês'', refere João Luís Silva Carvalho.

Pais após os 35: Medicamentos

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Se esta fazendo algum tipo de tratamento informe o seu médico. ''Alguns medicamentos utilizados em doenças, como a depressão, podem inibir a ovulação e interferir na fertilidade.'', Disse.

O mesmo acontece em caso de disfunção da tiróide, pelo que esta deve estar muito bem equilibrada. ''Existem também medicamentos, nomeadamente para tratar a acne, que podem provocar mal-formações fetais e que tem que ser substituídos alguns meses antes de engravidar'', alerta.

''O tratamento com radiações ou quimioterapia, em alguns tipos de câncer, diminuem a fertilidade, podem tornar a mulher infértil e, quando realizado próximo da concepção, pode causar problemas no embrião», exemplifica Alexandre Lourenço.

Hábitos de vida

Evite o exercício físico exagerado e elimine o consumo de álcool e tabaco dois meses antes de engravidar. Estes podem provocar complicações na gravidez e diminuem a fertilidade, tanto na mulher como no homem. ''Mais de cinco cigarros por dia diminuem a fertilidade do homem e afectam o desenvolvimento fetal, nomeadamente em termos de peso'', explica Alexandre Lourenço.

O álcool tem também efeitos no homem quando em excesso.''Os doentes alcoólicos têm muitas vezes menos espermatozóides'', conclui.

O impacto do stress

A pressão vivida no quotidiano e provocada pelo receio de não engravidar afectam a fertilidade do casal, conforme explica Alexandre Lourenço.

''As situações de tensão que provocam uma grande libertação de catecolaminas, como a adrenalina, devem ser evitadas, interferem com a produção das hormonas implicadas na ovulação e afectam a fertilidade. Em casais ansiosos é frequente a gravidez surgir precisamente após um período de férias, em que o casal está mais descontraído e tem uma predisposição diferente para ter relações sexuais'', Finaliza.

Pais após os 35: Conselho de Especialista

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Acabou de tomar uma das mais importantes decisões da sua vida, ter um filho!

Talvez por já ter passado a barreira dos 35 anos pode achar que não tem tempo a perder.

No entanto, para que tudo corra conforme desejado, é importante tomar algumas medidas antes mesmo de tentar engravidar. Para a ajudar, Alexandre Lourenço e João Luís Silva Carvalho, ginecologistas/ obstetras, reconhecem os principais cuidados pré-concepcionais, como tirar o máximo partido do período fértil e o que pode esperar desta fase da vida. Vítor Cotovio, psiquiatra e psicoterapeuta, fala sobre as mudanças que ocorrem na vida sexual quando o casal decide ter um filho.

O primeiro passo

Independentemente da idade, se decidiu engravidar, marque uma consulta pré-concepcional com o seu ginecologista. ''Nessa consulta é pedido um nível de exames basal que inclui uma citologia (exame Papanicolau), se não fez nenhuma há menos de um ano, algumas análises de rastreio, nomeadamente ao VIH-Sida, hepatite, toxoplasmose, e, eventualmente, uma ecografia'', explica Alexandre Lourenço.

O homem não está incluído nestes exames, mas pode, e deve, acompanhá-la. ''A concepção é um momento importante e o seu filho deve nascer no melhor ambiente possível'', conclui.

O peso da dieta

A fertilidade humana tem vindo a diminuir por virtude de factores ambientais, entre eles a alimentação, ''porque o gado, os frangos que nós comemos são alimentados com hormonas e antibióticos'', explica João Luís Silva Carvalho. No entanto, a nível individual não há nenhum estudo que prove a inf luência da alimentação e, portanto, aquilo que se recomenda é que siga ''uma alimentação cuidada e variada, rica em vitaminas, com muitos vegetais'', aconselha Alexandre Lourenço.

Também deve se aproximar o máximo possível do seu peso ideal. ''As mulheres muito magras e as mulheres muito obesas têm mais dificuldade em engravidar'', explica Alexandre Lourenço.

Atividades para Crianças de 5 a 6 anos

redação Universo Familia

BRINCAR E APRENDER

Se eu fosse...
O que a criança faria se fosse outra coisa qualquer? Descubram juntos este jogo tão divertido!

Capacidades Cognitivas:
Capacidades cognitivas/de pensamento
Criatividade e imaginação
Expressão emocional
Desenvolvimento da linguagem e vocabulário
Auto-consciência
Interacção social

Mecânica da atividade:
1. Recorte imagens de vários animais, criaturas, objectos, locais, e outras coisas que estimulem a imaginação da criança.
2. Coloque as imagens numa pilha, viradas ao contrário.
3. Pergunte à criança: "O que Você faria se fosse. . .?"
4. Peça à criança que vire ao contrário a primeira imagem e que termine a frase.
5. Depois, peça que descreva o que a criança faria se ela fosse o objecto representado na imagem. Peça que represente o papel, se ela quiser!
6. Continue jogando até as imagens chegarem ao final.
7. Para maior diversão, brinque também!

Segurança: Não crie situações demasiado assustadoras.


Sequências

Ensinar à criança a organizar objetos em sequência ajuda a organizar o seu mundo.

Materiais:
• Objetos que podem ser organizados em sequência:
• Lápis partidos, do mais pequeno para o maior
• Botões, do mais pequeno para o maior
• Pauzinhos, do mais pequeno para o maior
• Latas, da mais pequena para a maior
• Objetos coloridos, do mais escuro para o mais claro
• Brinquedos, do mais pequeno para o maior
• Bonecas

Capacidades Cognitivas:
Causa e efeito
Lidar com ansiedade causada pela novidade
Permanência dos objectos
Interacção social

Mecânica da atividade:
1. Reúna vários objectos que possam ser organizados em sequência.
2. Coloque numa pilha no chão ou sobre a mesa.
3. Se sente em frente à criança com a pilha entre vocês os dois.
4. Explique como é que os objetos podem ser organizados, do mais pequeno para o maior, do mais claro para o mais escuro, ou outros opostos.
5. Peça à criança que organize os objectos alinhando-os numa fila.
6. Se a criança estiver com dificuldades, reveja o princípio da organização e ajude-a a escolher qual o objeto que vem a seguir.
7. Reúna um novo grupo de objetos e repita.

Segurança: Certifique-se de que os objetos são seguros para a criança manusear.

Neuroblastoma Infantil

redação Universo Família

Se observar um significativo aumento do abdómen, se o seu filho sentir dor abdominal e sensação de estar cheio, consulte o pediatra.

Sintomas

Um neuroblastoma é um dos tumores mais frequentes da infância. Pode se desenvolve num determinado tipo de tecido nervoso em qualquer local do organismo. Embora se desconheça a causa, este cancro às vezes encontra-se presente na família. Os sintomas dependem da génese do neuroblastoma e da sua extensão. Os primeiros sintomas, em muitas crianças, incluem abdómen distendido, sensação de enfartamento e dor abdominal.

Se o carcinoma invadir a medula óssea pode reduzir os valores de glóbulos vermelhos (provocando anemia), a quantidade de plaquetas (provocando hematomas) ou a quantidade de glóbulos brancos (reduzindo as defesas contra as infecções). Também se pode estender à pele, onde produz nódulos, ou à espinal-medula, podendo debilitar os braços ou as pernas. Uma elevada percentagem dos neuroblastomas produzem hormonas, como a adrenalina, que podem aumentar o ciclo cardíaco e provocar ansiedade.

Diagnóstico

É extremamente difícil obter um diagnóstico prematuro de um neuroblastoma. Se o câncer crescer o suficiente, o pediatra ou o oncologista poderá efectuar uma palpação e verificar volume do abdómen. A suspeita da presença de um neuroblastoma deve ser confirmada ou despistada, através da prescrição de uma ecografia, uma tomografia axial computadorizada (TAC) ou uma imagem de ressonância magnética (RM) do peito e do abdómen.

Outros recursos, consistem em efetuar uma análise à urina para detectar uma produção excessiva de hormonas similares à adrenalina. No caso de este se encontrar já disseminado, o médico pode recorrer a radiografias ou retirar possíveis amostras de tecido do fígado, do pulmão, da pele, da medula óssea ou do osso através de uma biopsia, que será posteriormente analisada por um anatomopatologista com o objetivo de poder clarificar melhor a situação em causa.

Tratamento

O tratamento depende de inúmeros fatores, da idade da criança, do tamanho do tumor e de este se ter ou não disseminado. As crianças com menos de um ano de idade e com tumores pequenos tornam o prognóstico mais favorável. Uma intervenção de forma atempada é a melhor esperança de cura. Se o câncer não se tiver disseminado, normalmente pode ser extraído através de acto cirúrgico.

Se o câncer for de grande proporção ou se tiver disseminado, podem ser utilizados medicamentos anticancerosos (quimioterapia), bem como a radioterapia. Em crianças mais velhas, o índice de cura é baixo, principalmente se o cancro se tiver disseminado.